Blog de Escalada

Blog destinado a notícias de escalada, eventos, dicas de treinamentos, viagens
e opiniões pessoais a respeito do que cerca a escalada Brasileira e Mundial


A Federação Paranaense de Montanhismo tem planos para quem gosta de registrar todas as emoções de escalar. Em 2009, a entidade prepara a 1ª Amostra Amadora de Filmes de Montanha Paranaense.

O evento deve acontecer no segundo semestre do próximo ano. Os membros da federação receberão os DVDs e farão a seleção das melhores imagens para a Amostra. Os interessados devem encaminhar uma cópia para a sede da entidade, em Curitiba.

Além do DVD, o cinegrafista deverá entregar uma autorização para a exibição das imagens. Em caso e dúvidas, o interessado deve entrar em contato com Natan ou Andressa pelos e-mails natan@nasnuvensmontanhismo.com.br ou andressa@yokohama.com.br.

Endereço - Anote o endereço para envio dos vídeos:

A/C Lourdes
Federação Paranaense de Montanhismo
Rua Flavio Dallegrave, 5310
Boa Vista, Curitiba-PR
CEP: 82240-010

Fonte : http://www.webventure.com.br/montanhismo/index.php?destino_comum=noticia_mostra&id_noticias=24386

Calendário para o ano de 2009 com fotos de escaladores, paisagens e vários points de escalada incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Yosemite, Pancas, Bishop, etc. A fotografia é por Cláudio Brisighello.

O seu formato é de mesa, medindo 15cm x 21cm, e o suporte é de papel cartão. A impressão e qualidade do papel é fotográfica.

Fontes : http://lojinhadeescalada.blogspot.com/ ou http://claudiobr.wordpress.com/

Muito se fala da rivalidade entre Brasil e Argentina. Ambos os lados possuem uma implicância com cada detalhe que beira a pura "picuinha". A animosidade infundada nasceu do futebol, e mesmo em piadas há como transparecer de uma grande implicância.

Na Argetina há o Valle Encantado, um local de escalada que enche os olhos dos escaladores mais céticos. Uma verdadeira meca da escalada sulamericana. Um local para se escalar uma vez na vida pelo menos, seja pelo preço, seja pela qualidade(e quantidade) das vias ou pela beleza do lugar.

Conheço várias pessoas que irão para o local este ano. Muitas irão acampar por lá, selvagem mesmo, com o lema "não quero pagar para dormir". Lema este que eu considero nefasto. Mostra o "despreparo social" de uma pessoa que pensa assim.

Em uma reportagem publicada no site Altamontanha.com(http://altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=897) ilustra bem a preocupação da comunidade argentina com a possibilidade de fechamento do local. Em conversa por e-mail com um escalador argentino, pude também ver que a paciência do proprietário de onde estão maioria das vias com estas desobediências e desrespeito à propriedade alheia está se esgotando. Está muito perto do limite mesmo.

Diante do grande número de escaladores que estão indo para o Valle Encantado prometendo, e se aventurando, a enfrentar as proibições, e regras de uso, receio que os brasileiros poderão ser os responsáveis por fechar um local de escalada internacionalmente conhecido. Marioria das vezes caçoando da existência das regras.

Na reportagem os argentinos fizeram questão de que :

1) NÃO SE PODE ACAMPAR. Claro como água. Nem cruzando, nem adiante, o lugar mais próximo para acampar é Confluencia.

2)
NÃO FAZER FOGO!!!

3)
NÃO JOGAR LIXO, levar de volta para a cidade.

4)
NÃO CORTAR ÁRVORES NEM ARBUSTOS. É também importante evitar caminhar por qualquer lugar, o que destrói o terreno e gera novas trilhas, usem as que já estão marcadas.

5)
QUANDO FOREM AO "BANHEIRO", FAZER UM BURACO de 20 cm.

6)
RESPEITAR A NATUREZA E OS DEMAIS ESCALADORES QUE QUEREM DESFRUTAR DO LUGAR. (não gritar).

Há certa expectativa de que muitos escaladores brasileiros irão desrespeitar estas regras(eu até sei de alguns que já sairão do Brasil com este objetivo), e com isso contribuir para que a comunidade local de escaladores fique prejudicada, e que escaladores do Brasil tenham má fama( o que já acontece por aqui mesmo).

Fico imaginando se, por algum acaso, algum escalador argentino fizesse o mesmo por aqui. Fosse , por exemplo, à Serra do Cipó e desobedecesse as regras de não acampar, atear fogo e etc. As mesmas regras que eles pedem por lá, e que existem na Serra do Cipó. Aprofundando mais na hipótese, imagine que este hipotético escalador gringo fosse uma espécie de "gota d'água". Resultando assim no fechamento do local. Por culpa de uma pessoa estrangeira a Serra do Cipó fosse para a escalada.

Seria justo?

Fonte das regras : http://altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=897 - Texto de Texto: Pablo Pontoriero - Revista Kóoch, Argentina.

Publiquei a poucos dias atrás a notícia da cadena de Chris Sharma, naquela que pode ser a via de escalada mais difícil do mundo : "Golpe de Estado".

O site Big Up productions já disponibilizou um trailer do que pode ser um dos vídeos Dosage VI no ano que vem. Vale a pena ver o vídeo.

Para visualizar o vídeo acesse em : http://www.bigupproductions.com/#/vidplayer/Golpe_De_Estado/

Para mais detalhes(em inglês) : http://www.bigupproductions.com/#/blog/479/

Uma das principais revistas de esportes de natureza nos EUA é a Outside. A revista americana têm um pequeno "braço"aqui no Brasil. A versão brasileira tenta se adaptar ao gosto do cliente brasileiro, evidentemente diferente do americano.

De tempos em tempos a revista americana coloca em foco alguma escaladora. As escaladoras Lynn Hill, Betty Roden e Steph Davis já foram destaques.

Na edição deste mês, que já pode ser encontrada nas bancas de revista (assim como em revistarias de Aeroportos e FNAC) a escaladora Kate Brown aparece em foco. A partir do mês que vem há a disponibilidade da reportagem na internet.

No site aparece um ensaio fotográfico da escaladora para a reportagem.

Confira em : http://outside.away.com/travel_photo_gallery/outside/katie-brown/index.html?thisSpeed=9000

Um dos locais mais impressionantes que eu conheci no último ano foi Sete Lagoas(7L para os frequentadores). Um paredão de calcário, com base limpa e plana, e com uma negatividade de impressionar, que fica somente a 80km de Belo Horizonte. Fui apresentado ao local pelo grande amigo-conselheiro-quase irmão Frederico Viana. O "carranca"(ou comandante).

Está no site do Planeta EXPN a matéria que foi ao ar hoje, sobre as escaladas em Sete Lagoas (MG)

Confira: http://espnbrasil1.terra.com.br/planetaexpn/

Mais detalhes : http://blogs.espn.com.br/eliseufrechou/

Novo blog - Das Predas

Alertado pelo meu querido amigo Cândido Bisneto, há ainda um novo blog no ar....

O link para os desbravadores da Gruta em Passa Vinte-MG já tem um blog com muitas fotos....

Para quem acha que eu errei no título, enganou-se. É "predas"mesmo.

Acesse em : http://daspredas.blogspot.com/

Não há como negar, a maior sensação do momento dentro da escalada esportiva brasieleira é a Gruta do município de Passa Vinte-MG.

Aqui mesmo no blog já publiquei fotos do local, e aproveito para colocar agora um vídeo.

Concordo que a qualidade do vídeo não é lá aquele cinema, mas já é possível ter uma idéia da dimensão que pode ser o local.

Repito : pelas fotos, e agora pelo vídeo, o local tem tudo para ser o maior desafio a escaladores esportivos do Brasil.

Fonte : http://rtr.110mb.com/pg/mnu_pri.htm

Neste último ano conheci um pessoal muito animado e frequentador assíduo de São Bento do Sapucaí vindo de Resende. Não houve , depois disso, um dia que até mesmo meu grande amigo Lucas Albuquerque ou Letícia não lembrassem ou citassem a galera.

Lembro de ter colocado a dica de blog no endereço antigo, mas vale a pena reiterar. Vale lembrar que eles são os principais desbravadores de Passa Vinte-MG, que tem tudo para ser a Siruana brasileira.

Mas detalhes acessem : http://rtr.110mb.com/pg/mnu_pri.htm ou http://rocktripresende.blog.terra.com.br/


5.15b Na Espanha?

Ao que parece, e segundo o Blog do Dani Andrada ou no blog de sua namorada Daila Ojeda, há uma via que pode ser considerada a via mais dicícil do mundo. Algo em torno de 5.15b, e pelo número de escaladores fortes que sempre se reúne por lá, tem tudo para se confirmar.

A via, em graduação brasileira chegaria a um 12b/c, o que seria, de fato, a via mais difícil aberta e encadenada até o momento.

Fonte : http://www.climbing.com/news/hotflashes/sharma_possible_515b_in_spain/

Após uma reunião com o proprietário, e outras pessoas as quais são envolvidas na administração da academia Casa de Pedra, ficou resolvido pelo não fechamento da unidade. Porém haverá algumas medidas para que o corte de custos seja sensivelmente forte :
  • O Horário de funcionamento ficará das 17:00 às 22:00 (O horário habitual era das 14:00 / 23:00).
  • Os dias de funcionamento serão de segunda à quinta-feira. Sexta-feiras não haverá expediente.(Habitualmente sexta-feira havia fechamento das atividades às 21:00)
  • Aos finais de semana, caso haja funcionamento da unidade, haverá menos monitores que o habitual.
  • Haverá aumento no valor da mensalidade(hoje no valor de R$ 140,00), e não haverá redução do valor da diária paga hoje(R$25,00 - sem equipamento incluso).
Todas as conversas e decisões foram feitas após uma maciça manifestação dos frequentadores da escalada da unidade e por uma decisiva ação de bastidores de grandes interessados em reverter o fechamento.

Devido ao grande volume de acessos de pessoas desequilibradas, e sem o mínimo sendo de sanindade, educação, maturidade,hombridade e democracia todo e qualquer comentário será, a partir de hoje, sujeito à moderação.

Em português mais claro é : ao deixar um recado terá de ser avaliado .

Caso alguém queira criticar algum conteúdo, protestar sobre a minha opinião, e até mesmo dar dicas sobre algum lugar, evento ou reportagem, estará sujeita à minha prévia aprovação. Faço o compromisso de, mesmo que seja crítica aprovar o comentário, desde que seja redigido de maneira adulta, ponderada e civilizada. Se quer xingar , faça isso com seus familiares e semelhantes, não mais aqui.

Agradeço ao escalador Cláudio Brisighelo do Rio de Janeiro que levantou esta possibilidade, e que o blog assume esta postura.

Para quem acha uma restrição de liberdade por minha parte, saiba que é puramente culpa da maioria dos recados desequilibrados, e principalmente, de pessoas que de maneira infantil e covarde não coloca nem o próprio nome nas sandices que anda escrevendo por aqui. Desejo a estas pessoas abjetas e ignóbeis que voltem a pixar muro por aí, pois agora o blog de escalada tem comentários moderados. Este tipo de pessoa não gosta nem delas mesmas, o que esperar do comportamento de uma pessoa infeliz a não ser comportamento animalesco.

Com o passar do tempo, caso o bom senso e a civilidade de quem anda frequentando o blog para obter informações(as quais nunca me neguei de forncecer, fossem boas ou ruins) este tipo de restrição pode ser reavaliado.

Parabéns aos desequilibrados e descivilizados, eles ganharam mais uma.

A dica deste blog deixei no endereço antigo do blog, mas aproveito para divulgar novamente : http://descedaidoido.wordpress.com/, blog de escalador do nordeste, que além de ser muito bem escrito, contém uma opinião sempre neutra e inteligente sobre os assuntos da escalada. Não publicarei, até para contribuir com a visitação do site dele.

Mas estou batendo palmas até agora pelo texto escrito.

Tenho acompanhado as discussões sobre o fechamento da unidade de Perdizes da Casa de Pedra em São Paulo (já houve uma mudança de decisão e a unidade Perdizes vai continuar aberta) e tenho ficado ora decepcionado, ora realmente indignado com as opiniões de alguns membros da comunidade de escaladores.



Enquanto a grande maioria demonstra pesar e tristeza pelo fechamento de um ginásio do porte da Casa de Pedra, compreendendo o baque que isso é para o esporte de forma geral, alguns demonstram um pensamento pequeno, tacanha, e por vezes irritante.



O assunto principal que surgiu desse dilema do fechamento, foi a “disputa” Resina x Rocha. Uma disputa que não deveria existir. Mas ela existe somente por que há pessoas que se acham os guardiões da alma da escalada. Que acham que muros de escalada são para os “fracos”. Que escalador mesmo treina é na pedra, come magnésio, vive no mato e não reclama de nada.



Tudo bem que a ida à rocha é o foco principal da nossa atividade. Que escalar é uma atividade ao ar livre, junto da natureza. Mas essas pessoas parecem esquecer que escalada também é esporte! E esporte não sobrevive somente dos apaixonados, que brigam com namorada mas não deixam de ir pra pedra.



O esporte, qualquer que seja, precisa de todo tipo de praticante: o que pratica por moda, o que...

Leia o restante em : http://descedaidoido.wordpress.com/2008/12/14/os-guardioes-do-calice-sagrado-do-magnesio/

No ultimo sábado 13/12, estiveram reunidos em São José-SC, 9 associações/clubes ligados ao Montanhismo Catarinense, com o objetivo de fundar à FEMESC – Federação de Montanhismo e Escalada de Santa Catarina.

Com 34 montanhistas presentes, foram feitas as apresentações das entidades por seus sócios, depois foi mostrado pelos mediadores do encontro os objetivos principais de uma Federação Estadual de Montanhismo. E consequentemente debatido o futuro estatuto.

Estiveram presentes representantes das seguintes entidades:

AJM – Associação Joinvilense de Montanhismo/ Joinville.
ACEM – Associação Catarinense de Escalada e Montanhismo/ Florianópolis.
GMT – Grupo de Montanhismo Tubaronense/ Tubarão
APCE – Associação Praiagrandense de Condutores Locais para Ecoturismo/Praia Grande.
ASSOCIAÇÃO PÉ NA AGARRA/ Campo Alegre
ALEM – Associação Litorânea de Escalada e Montanhismo/ Balneário de Camboriú
CEBV – Centro Excurcionista Barriga Verde/ Joinville
ASGEM – Associação Serra Geral de Montanhismo/ Criciúma
RESG – Resgate a Emergências na Serra Geral/ Içara

Ficou estabelecida a data de 07 de março de 2009 pra novo encontro e fundação oficial da Federação de Montanhismo e Escalada em Santa Catarina.

Fonte : http://altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=882

Para quem não conhece a escaladora Steph Davis é referência mundial quando se trata de escalada tradicional. Não é para menos que ela é casada com nada menos do que Dean Potter, que dispensa comentários.

A escaladora americana concedeu uma entrevista muito descontraída(característica do blog que a entrevistou) para o blog http://pimpinandcrimpin.com/. Com isso o blog americano se consolida como o maior fonte de entrevistas de personalidades da escalada americana.

A entrevista está em inglês.

O blog é uma espécie do que o ubtboulder é aqui no Brasil. Une bom humor, informação e opinião.

Fonte : http://www.climbing.com/community/perspective/steph_davis_the_interview/

Devido ao grande volume de acessos de pessoas desequilibradas, e sem o mínimo sendo de sanindade, educação, maturidade,hombridade e democracia todo e qualquer comentário será, a partir de hoje, sujeito à moderação.

Em português mais claro é : ao deixar um recado terá de ser avaliado .

Caso alguém queira criticar algum conteúdo, protestar sobre a minha opinião, e até mesmo dar dicas sobre algum lugar, evento ou reportagem, estará sujeita à minha prévia aprovação. Faço o compromisso de, mesmo que seja crítica aprovar o comentário, desde que seja redigido de maneira adulta, ponderada e civilizada. Se quer xingar , faça isso com seus familiares e semelhantes, não mais aqui.

Agradeço ao escalador Cláudio Brisighelo do Rio de Janeiro que levantou esta possibilidade, e que o blog assume esta postura.

Para quem acha uma restrição de liberdade por minha parte, saiba que é puramente culpa da maioria dos recados desequilibrados, e principalmente, de pessoas que de maneira infantil e covarde não coloca nem o próprio nome nas sandices que anda escrevendo por aqui. Desejo a estas pessoas abjetas e ignóbeis que voltem a pixar muro por aí, pois agora o blog de escalada tem comentários moderados. Este tipo de pessoa não gosta nem delas mesmas, o que esperar do comportamento de uma pessoa infeliz a não ser comportamento animalesco.

Com o passar do tempo, caso o bom senso e a civilidade de quem anda frequentando o blog para obter informações(as quais nunca me neguei de forncecer, fossem boas ou ruins) este tipo de restrição pode ser reavaliado.

Parabéns aos desequilibrados e descivilizados, eles ganharam mais uma.

Dor: qual é o limite?

A expressão em inglês "No pain, no gain" ("sem dor não há ganho") resume o pensamento de milhões de atletas que buscam uma justificativa para um comportamento esportivo no mínimo questionável. Muitas vezes o corredor associa a melhora de desempenho à necessidade de sentir dor nos treinamentos. Mas a presença de dor pode ser o fator determinante para ele não conseguir alcançar melhores marcas. Ela pode ser também o sinal de alerta e, se o atleta insistir no esforço, se arrisca a sofrer lesões mais graves.

Esporte e dor

Para atletas competitivos de alto rendimento, a dor costuma ser uma companheira constante, com a qual se habituam a conviver, ainda que muitas vezes dando menor importância do que deveriam. Temos acompanhado neste ano olímpico muitos exemplos de atletas treinando e competindo com dor para melhorar suas marcas. O resultado pode ser positivo, na conquista de medalhas, ou negativo, fazendo o atleta abandonar precocemente sua atividade esportiva.

A dor durante ou depois da atividade física é sinal de que algo está errado. Nosso corpo vive em constante trabalho de adaptação às situações de sobrecarga relacionadas ao esporte. Quando a capacidade de recuperação biológica dos tecidos do organismo é menor que a agressão sofrida no esporte, a lesão se instala e, se não tratada, pode trazer sérias conseqüências.

Um corredor com dor no pé, por exemplo, deve se recuperar com tratamentos clínicos, fisioterápicos ou cirúrgicos, bem como afastar os mecanismos externos causadores da dor (excesso de treino, calçados inadequados) para só depois retornar à atividade física. Se isso não for feito, ele pode voltar a se lesionar ou ver seu rendimento esportivo diminuir.

Os tipos de dor

Há diferentes tipos de dor. Todos são causadas por um estímulo das terminações nervosas - que levam ao sistema nervoso central as sensações que o cérebro interpreta como dor.

:: Dor aguda: é provocada por doença ou trauma. É um mecanismo de alarme que desempenha importante papel biológico, avisando o indivíduo de alguma anormalidade.

:: Dor crônica: entre os esportistas, quase sempre é sinal de lesão ou inflamação.

A dor também tem um componente sensorial (que permite reconhecer o lugar, a duração e a intensidade do estímulo doloroso) e um afetivo (que lhe confere sua tonalidade desagradável e angustiosa), entre outros.

Sem limite

O limiar da dor é muito variável e praticamente impossível de ser determinado. Em geral, a linha divisória entre o fisiológico (normal) e o patológico (anormal) é tênue e fácil de ser ultrapassada. Quanto maior a capacidade do atleta de suportar a dor, maior a chance de ele sofrer lesões músculo-esqueléticas devido à sobrecarga.

As endorfinas também interferem na regulação subjetiva da dor. O funcionamento desse mecanismo hormonal ainda não foi totalmente esclarecido, mas pode explicar a maior resistência que algumas pessoas têm ante a dor, enquanto outras são extremamente sensíveis.


Fonte : http://revistao2.uol.com.br/mostramateria.asp?IDmateria=427

Para quem acompanha o blog, sabe que fui para o festival de filmes de montanha no Rio de Janeiro. Cobri da melhor maneira colocando a impressão sobre cada filme.

O festival é um evento que, todos deveriam fazer força para assistir uma vez na vida.

A grande atração do evento foi o filme Uruca, que graças ao boca a boca da comunidade escaladora carioca o frisson era de uma estréia do "Gerra nas Estrelas". Guardadas as devidas proporções é claro.

Agora quem quiser assistir ao filme, pode adquirir o DVD(e tenho certeza que vale a pena!).

Basta entrar em contato com o autor do já clássico filme.

Erick Grigorovski : egrigorovski@yahoo.com.br

Veja trailer do filme em : http://www.youtube.com/watch?v=92-v943x61k

Janine Convoca Reunião

A escaladora Janine Cardoso, hexacampeã de escalada esportiva e escaladora símbolo da Casa de Pedra, articulou e conseguiu que muitos interessados gostaria de que acontecesse.

Haverá uma reunião com o proprietário da Casa de Pedra nesta terça feira dia 16 de dezembro às 20:00, na unidade Morumbi/Chácara Santo Antônio

Nesta reunião pede-se que a racionalização de idéias, sugestão de soluções contorno para o fechamento e que com a mobilização de todos possa-se reverter o fechamento da academia.

Ponto para a Janine.

Mais detalhes : http://www.janinecardoso.com/

Para servir de meditação sobre como visualizar um público que quer escalar, ou experimentar o esporte, fiz junto com uma amiga do Rio de Janeiro(Obrigado a você Flávia!!).

Vamos supor que você viu alguma reportagem sobre escalada, ou algum amigo chame você para uma final de semana subindo pelas paredes. Quanto sai de custo inicial a uma pessoa que quer escalar? Será que é atrativo para alguém?

Vamos aos fatos. Dentro deste exemplo vou imaginar que iremos escalar com alguém leigo ou em um ginásio ou em uma via na rocha. Recomendando para a pessoa pelo menos comprar os produtos que não são "top de linha"

Sapatilha de escalada - R$ 110,00
Cadeirinha/ Boudrier - R$ 120,00
Saco de magnésio - R$ 15,00

Se a pessoa já está querendo entrar com tudo no esporte vai ter de desenbolsar R$250,00 mais ou menos. Um custo consideravelmente alto. Principalmente se compararmos com outros esportes. Correr por exemplo pode-se iniciar por R$120,00 de investimento. Skate igualmente.

Eu, seguindo conselho de várias pessoas, possuo uma cadeirinha extra, e alguns números de sapatilhas já MUITO gastas, para emprestar. Para que primeiro a pessoa se apaixone pelo esporte e depois vá atras dos equipamentos.

Há também de se levar em conta que escalar não é fácil. Para quem não está habituado, é mais dificil ainda. Portanto, não é o mesmo que uma corrida(vc sabe seu ritmo e sabe que consgue chegar mesmo andando), ou partida de esportes de quadra(pode perder de mil, mas fica o tempo que for estipulado), natação(se nadar cachorrinho mesmo assim termina)e por aí vai. Na escalada já é mais complicado. Vc tem de terminar de qualquer jeito, e mesmo assim tem de lidar com o medo de morrer.

Em resumo, para o iniciante tem de haver incentivos, para que ele goste de escalar e seja um praticamente mais assíduo. Muitas academias do Brasil adotam o critério de que uma primeira vez na academia é gratuito, bastando alugar o equipamento. Muito possivelmente com alguma monitoria do instrutor do local. Para atrair novos adeptos ao esporte há de ter um incentivo para que seduza e não espante.

Dos iniciantes da escalada que eu conheci e já monitorei, muitos se desanimavam com algumas "regras" da escalada, e com a dificuldade apresentada. Faltava um incentivo, do tipo "venha uma segunda vez". Na escalada aprendi que é preciso treino e dedicações quase que fanáticos para ir evoluindo, fazer com que a pessoa abraçe esta idéia é que o desafio de quem planeja arrebanhar mais praticantes.

Ao que tudo indica, nem para todos a escalada não merece investimento.

público aque pratica o esporte tem expressividade que vale a pena investimentos.

Segundo o próprio Linha e seu irmão, a escalada sim possui possibilidade de se investir.

Os dois além de grandes escaladores. Os dois aliás sempre mostraram a maturidade de receber as críticas quando existem defeitos, o que não acontece com todos pelo visto das mensagens deixadas no blog. Ainda, por algum motivo que ainda irei entender, pessoas tem ojeriza que se diga a sua opinião sobre algo. Todo mundo na cabeça de quem pensa pequeno tem de concordar com tudo. Ainda há pessoas que acham que uma peneira irá tapar o sol, e "ai" de quem duvidar.

Porém o assunto é outro. Um novo ginásio para os eventuais "órfãos" da Casa de Pedra Morumbi(o qual me incluo), e para um público que queria mais uma alternativa diante da dicotomia de opções que há na cidade de São Paulo.

Os escaladores já tinham planejado investimentos a médio prazo de se consolidarem dentro da escalada brasileira, e em especial a paulista. Algo como a equinox é no Rio de Janeiro. Dentre as grandes idéias que possuem, era abrir mais um ginásio de escalada, seguindo a linha de pensamento particular da dupla.

Parte do investimento para se construir, e criar este novo ginásio está sendo apostado na venda das camisetas do UBT. Para que a contribuição

O link da loja virtual é: http://www.dotstore.com.br/ubtboulder/?Origem=blogdeescalada

Uma tentativa válida de não só mensurar a quantidade de escaladores como arrecadar fundos para uma boa escalada.

Mais detalhes da iniciativa, e grande dose de bom humor da dupla verifiquem em : http://ubtboulder.blogspot.com/


Contatos : contato@ubtboulder.com.br

Seja em uma escalada, içamento de carga, rapel ou em uma operação de resgate a corda é, sem dúvida, o equipamento mais importante. É nela que, de maneira direta ou indireta, nós depositamos toda a nossa confiança. Muitas vezes é o único equipamento que não possibilita backup.

Até os anos quarenta utilizavam-se fibras naturais, principalmente de cânhamo. A partir de 1950 começava-se a adotar, para a fabricação das cordas, fibras sintéticas como a poliamida (Nylon). Graças a utilização destes materiais tem sido possível desenvolver e aperfeiçoar, com objetivo de ampliar a gama de utilizações e a segurança, cordas dotadas de uma estrutura diferenciada, definindo assim, um modelo de fabricação que todas as indústrias respeitam: cordas compostas de alma e capa trançadas.

Construção:

As cordas modernas são construídas seguindo a metodologia Kermantle que significa alma protegida por capa.

A alma é a parte interna da corda. Elemento que define a flexibilidade, elasticidade e capacidade das cordas. Geralmente possui uma única cor (branca ou preta).

Fios paralelos = Menor elasticidade.

Fios torcidos entre si e em conjunto = Maior elasticidade.

A capa é o revestimento externo da corda. É trançada ao redor da alma e tem a função de protegê-la contra a abrasão e outras influências externas tais como:
penetração de objetos (areia, espinhos, ...), arestas cortantes e raios ultra-violeta. Pode ser impregnada com líquidos impermeabilizantes (no caso das cordas de
escalada em gelo).

Métodos de utilização

Simples (single rope). - 10 a 11 mm.
Devem ser usadas únicas. São utilizadas em vias de uma enfiada de corda.

Duplas (double ou half rope) - 8 a 9 mm.
Devem ser usadas aos pares. Devem ser alternadas entre os pontos de ancoragem pois, dessa forma, o atrito das cordas nas costuras é consideravelmente reduzido.
São ideais para vias que possuem mais de uma enfiada de corda, para a segurança numa cordada de 3 escaladores, em vias com proteções móveis e onde se faz
necessário duas cordas para rapel. São muito seguras para vias que possuem risco de corte de corda, avalanches de pedras, ...

Gêmeas (twin rope). 6 a 7 mm.
Devem ser usadas aos pares. Possuem as mesmas características de utilização das cordas simples aliada a leveza das cordas duplas. Devem ser conectadas em todos os pontos de ancoragem. São adequadas para longas vias, que possuem poucas proteções, onde a cordada precisa ser leve para ser rápida.

As cordas são "aposentadas" por três motivos:

1° Seguindo a tabela abaixo.

Uso intenso. 5 dias / semana. 1 ano.
Uso regular. 7 dias / mês. 3 anos.
Uso ocasional. 1 dia / ano. máximo 5 anos.

2° Se você encontrar:
- Capa e/ou alma danificada.
- Pontos duros sob a capa indicando danos locais.
- Fibras da capa derretidas.
Nestes casos você deve cortar a corda na região do dano.

3° Após ultrapassar o n° de quedas UIAA estipulado pelo fabricante.
Como padrão técnico estabelecido pela U.I.A.A., é o número de quedas que a corda deve resistir em um teste específico. Neste teste a corda de escalada deve suportar um peso de, no mínimo, 80 Kg em 5 quedas de fator 2 realizadas em intervalos de 5 minutos. Este é um teste rigoroso, pois dificilmente um escalador cai com esta freqüência. O importante a saber é que a matéria prima das cordas, a Poliamida, sofre uma ligeira redução de sua carga de ruptura a medida que ela é submetida a esforços sucessivos. No entanto, quando a corda não está sendo utilizada, ela recupera quase completamente a sua característica original. Se tal teste fosse realizado com intervalos mais longos entre as quedas a corda suportaria um número de quedas fator 2 maior.

Sua corda não serve para a sua segurança se:
- Possuir mais de 5 anos após a data de fabricação.
- Tiver contato com produtos químicos (orgânicos, óleos, ácidos ou bases).
- Tiver contato com fogo.
- Se, após molhá-la, ela congelar.

Cuidados:

As cordas não devem atritar com arestas afiadas. Guie a sua escalada tendo em mente uma possível queda.

Não guarde as suas cordas perto de fontes de calor ou sob incidência direta de sol ou umidade. Valores recomendados: 60% / 25ºC.

Cordas sujas devem ser lavadas em água pouco morna (quase fria ou fria) com pequena quantidade de sabão neutro. Após isto, enxágüe cuidadosamente com água e deixe secar à sombra.

Primeiramente é importante verificar se, realmente, este procedimento é necessário. Se a corda encontra-se empoeirada, embarrada ou muito ressecada.

Evite ao máximo que sua corda seja pisoteada, tenha contato com pedras, areia ou barro. Isso evitará que pequenos cristais de rocha danifiquem a alma da sua corda.

Toda corda deve ter um histórico de utilização.

Sempre inspecione tátil e visualmente sua corda.

Ao descer de rapel, reduza a velocidade de descida danos à capa causados por descidas desnecessárias rápidas que superaquecem o freio.

Não deixe sua corda por um longo tempo sob forte tensão.

Mantenha sua corda sempre limpa. Quando necessário lave em água corrente ou em máquinas e seque a sombra.

Evite a exposição direta ao Sol.

Evite o contato corda - corda ou corda - fita.

Quando não estiver em uso, desfaça todos os nós e pendure-a em voltas frouxas à sombra em local arejado.

Lembre-se, sua corda foi projetada para lhe oferecer segurança e não para outros fins.

Sua vida vale muito mais que uma corda nova.

Outras considerações:

Comprimento

O comprimento "padrão" de uma corda para escalada é 50 m. Se você possuir uma corda de 60 m (por exemplo) você:

- Ganha peso para transportar.

- Pode ter a possibilidade de escalar duas enfiadas de uma só vez = ganho de velocidade.

- Pode montar top ropes de 30m.

- Pode, em caso de dano devido às sucessivas quedas, cortar 5 m de cada ponta e ainda ficar com uma corda "quase nova" de 50 m.


Número de quedas
Como próprio nome diz é o número máximo de quedas fator 2 (explicado adiante) que uma corda suporta antes de se romper. O teste é realizado com três metros de corda que devem suportar quedas (5 para simples e 12 para as duplas) de 6 metros de um peso de 80 kg.

Resistência a muitas quedas, baixa força de impacto, boa elasticidade, flexibilidade para a execução dos nós, resistência a abrasão e baixo deslizamento da capa sobre a alma são características técnicas que temos que avaliar na eleição de uma corda de escalada.

Dicas:

- Analise todas as opções antes de comprar.
- Cordas mais duras resistem mais às rochas brasileiras (granito, arenito, ...).
- Leia os manuais.
- Monitore o seu desgaste constantemente.

Fonte : http://www.mundovertical.com/tecnica/cordas.htm

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