Blog de Escalada

Blog destinado a notícias de escalada, eventos, dicas de treinamentos, viagens
e opiniões pessoais a respeito do que cerca a escalada Brasileira e Mundial

Por algum motivo, o qual procuro a cada dia entender, há muito escalador(muito mesmo) por aí que tem o cérebro pequeno e tem uma implicância infundada com a Argentina e os argentinos.

Infelizmente muita gente pensa como o panaca do Galvão Bueno, que prega uma prazer gigantesco toda e qualquer coisa conta o país vizinho. Futebol é uma das justificativas.Talvez a única.

Visitanto a argentina, todos (sem exceção) foram muito educados, não nos deram informações erradas (seja de via, trilha, preço de comida, qualidade de camas até mesmo local de pescaria), e ao contrário do que reza a "lenda", todos sabem muito sobre a vida cultural do Brasil. Muito mais do que costumamos saber dos argentinos. Na academia lá por exemplo toca-se música brasileira naturalmente, e nas daqui quando se coloca alguém pede para tirar no ato.

Se algum escalador não planeja ir para a o país vizinho, deveria. Lá estão, sem dúvida, os melhores locais de escalada da América Latina : Valle Encatado, La Boitrera, Frey, Arenales e assim por diante. Se a desculpa é falta de dinheiro, lembre-se que o valor de um peso argentino está em R$ 0,46.

Navegando pela internet tive a felicidade de encontrar no blog do André Funari uma boa dica a quem está freneticamente abrindo vias (como os "famintos" por vias novas de Sete Lagoas-MG e Passa Vinte-MG), ou planejadores de novas conquistas : Se as chapeletas estão muito caras, porque não importar da Argentina ?

Segundo o blog do escalador, estão MUITO baratas, e com qualidade muito boa. O preço de cada uma? R$ 2,50 reais, chapa+frete.




Ficou curioso? Acesse : http://funariclimb.blogspot.com/2009/08/chapeletas-argentinas.html

Desistir na última agarra

Não conheço escalador que não tenha uma história de "cair na última agarra". Uma parte destes (a qual também fiz parte) têm uma história de "amor e ódio" com alguma via, não importando a graduação, em que a cadena parecia tão perto e tão longe.

Realmente existem vias que são o nosso Karma. Que nos tiram o sono, e abalam por completo a nossa auto-estima. Tudo isso é retratado com maestria no filme E9. Se não assistiu, assita, é uma lição de perseverança a qualquer escalador (agradeço ao Fred Viana por ter me mostrado o filme que tinha, confesso, preguiça de ver)

O texto abaixo, é uma injeção de moral em quem está deixando de gastar um último kgf de força para aquela cadena.

Por que desisto?



Essa é uma questão que surge com muita freqüência no meu consultório e em conversas com amigos.


Todos querem saber por que não conseguem levar adiante planos e ações. Começam e param no meio do caminho ou simplesmente fogem de qualquer tentativa.


Infelizmente não há uma resposta única. Cada caso é um universo, uma história diferente. Existem muitos motivos, mas basicamente todos possuem um mesmo agravante: o medo de se expor, de colocar em xeque suas dificuldades interiores.


Há os que temem críticas e julgamentos; os que fogem de confrontar suas dificuldades; os que não acreditam na própria capacidade e os que têm medo de competir. Existem aqueles que não querem subir por medo de cair, os que acreditam não ser merecedores e os que precisam continuar como vítimas.


Como podemos notar, os motivos são os mais variados, mas o medo é sempre a constante.


Uma boa dose de medo é necessária para garantir a sobrevivência, porém algumas vezes ele extrapola e passa a tolher, a limitar as nossas ações, tornando-se irracional e ceifando nossas idéias e ideais.


Eu disse algumas vezes, mas na verdade esse tipo de medo é mais comum do que se imagina.


Quem já não desejou que algo importante não acontecesse para não ter que se expor?


Vejamos: estamos desempregados há mais de um ano. Depois de várias tentativas nos damos por vencidos e passamos a crer que não temos talento para coisa alguma.


De repente um amigo nos procura com uma oferta de emprego. Entramos em contato, com o coração apertado, com muito medo de não conseguirmos. Depois de todos os testes e entrevistas somos contratados e iniciaremos dentro de três dias. Ficamos em cólicas. Nossos pensamentos giram em torno de todos os percalços que poderão nos fazer perder a vaga.


Pensamos que o relógio não vai despertar e chegaremos atrasados no primeiro dia, que o carro vai quebrar, que faremos tudo errado... enfim, só pensamentos negativos.





Por quê? Porque ficamos com medo de que dê certo. Um paradoxo, eu sei. Mas é assim que muitos de nós vivenciamos as oportunidades.

Com medo.


Diante desse inimigo que nós mesmos alimentamos, procuramos um lugar seguro dentro do anonimato, da perda, da desistência.


Eu quero fazer análise, mas não consigo continuar, me dá preguiça, não consigo ver melhora. Na segunda ou terceira consulta? É preguiça ou medo de mudar?


O que implicaria essa mudança? O que implicaria continuar um determinado projeto?


São perguntas que devemos nos fazer quando a vontade de parar, de desistir nos invade.


Não me refiro àquela situação em que o indivíduo tenta por anos a fio realizar uma tarefa sem conseguir. É claro que nesse caso se faz necessário uma avaliação de objetivos. Questionar-se quanto a real importância daquilo que se vem tentando fazer.


O problema é quando vamos deixando para amanhã, postergando nossos sonhos por medo de não conseguir levá-lo adiante ou por não saber como agir diante do sucesso.


Conheço pessoas que não conseguem ser promovidas na empresa em que trabalham simplesmente porque se escondem, não permitem ser notadas. Acreditam realmente que se permanecerem na mesma função jamais serão despedidas, todavia a idéia de promoção traz também o receio de não se sair bem e ser dispensado. Para não arriscar-se aposenta na mesma função em que começou a trabalhar.


Geralmente essas pessoas são amargas, pessimistas, invejosas.


O medo e a inveja estão sempre muito próximos. É verdade! Quando não conseguimos atravessar uma ponte pênsil por causa do medo de altura, ficamos do lado de cá invejando quem está do outro lado e por vezes o criticamos por não ter ficado conosco. Não avançamos e queremos reter o outro, o que nos leva a entender que além de inveja o medo irracional causa também o egoísmo.


Isso não nos torna monstros terríveis, não somos um perigo social porque o mal que fazemos atinge mais a nós mesmos, nos sufoca e impede o nosso crescimento pessoal.


Inventamos mil desculpas para não continuar, criamos empecilhos e se somos obrigados a ir até o fim, ficamos torcendo para que algo dê errado e confirme nossas previsões.


Querem um exemplo? João (nome fictício) queria montar seu próprio negócio, uma loja de artigos esportivos. Trabalhou no ramo durante anos sem coragem para realizar o seu sonho. Com a reciclagem de funcionários, perdeu o emprego e pensou na possibilidade de por seu projeto em prática.


Os dias passavam sem que João fizesse alguma coisa. Tinha sempre uma desculpa pronta, argumentava bem e nada de começar. Pensava consigo mesmo: "E se eu gastar meu último dinheirinho num negócio que nem sei se vai dar certo? Vou esperar mais um pouco..."


A esposa dele resolveu intervir e acelerar o processo. João não teve saída, montou a loja e todos os dias ao abri-la pensava que poderia não ter clientes, que poderia ser assaltado, que uma crise no comércio poderia levá-lo a banca rota. Em parte seus pensamentos iam se tornando realidade. Realmente a loja vivia vazia, ninguém entrava para comprar.


Os preços e os artigos eram bons, mas João tinha um inimigo: o dono da loja. Aquele camarada que ficava sentado atrás do balcão com um semblante desanimado, que atendia os raros clientes com impaciência. No fundo ele não queria que o cliente aparecesse, não queria que a loja rendesse lucros.


Abria a loja olhando o relógio e contando as horas que faltavam para o encerramento das atividades. Ele tinha medo!


Medo de ser bem sucedido, de perder depois, de ficar exposto ao olhar do outro. Assim como o João, nós também nos boicotamos em diversos momentos de nossas vidas.


Rezamos para aquele rapaz bonito que ficamos meses paquerando não aparecer ao encontro porque não saberíamos o que fazer depois, medo da concorrência.


Tem ainda o caso daquele funcionário que, sabendo que o chefe estava de olho nele para uma possível mudança de setor, com maior notoriedade e salário mais alto, ele passa a faltar, a fazer um trabalho medíocre, a ir ao banheiro cada vez que o chefe entra na sala. Não dá ao superior oportunidade de lhe falar. Quer a mudança, só não pode evitar o medo.


É pelo medo que desistimos de vencer, conquistar, alcançar, abraçar, amar...


E você, conhece alguém assim?


Fonte : http://www.webartigos.com/articles/14792/1/por-que-desisto/pagina1.html

Vencedores nunca desistem

Em nossa cultura, vencedores são aqueles que ganham tudo, são os que terminam sempre em primeiro lugar; aqueles que alcançam o lugar mais alto do pódio, que sobressaem em seu campo de atividade, aqueles que atingem seus objetivos e que fazem a diferença em qualquer área de atuação.

Um vencedor pode ser alguém que aparece para todos nós através da mídia. Mas pode ser também aquela pessoa que realiza algo que a beneficia, que beneficia outros e que nunca será reconhecida fora da sua localidade, da sua vizinhança.

Um vencedor também é aquele que supera uma dificuldade, seja ela pessoal, física ou emocional e logra atingir o sucesso. O ambiente esportivo está repleto de histórias de pessoas assim, basta lembrarmos dos Jogos Parapan Rio 2007. Uma demonstração de força de vontade, obstinação, luta e superação de fracassos ao longo da caminhada, sem esmorecer, até atingir seus objetivos. E estar numa competição como o Parapan 2007 já é uma vitória.

Estar numa competição de alto nível, como os Jogos Olímpicos, também pode ser considerado uma vitória.

Mas e aquele atleta anônimo que pratica uma atividade física, um esporte por prazer, sem a preocupação de participar de uma Olimpíada, por exemplo? Ele é um vencedor?

Sim, ele também é um vencedor, pelo simples fato de fazer algo que gosta, com disciplina, prazer e objetivo, dia após dia, pensando sempre em melhorar sua condição física, sua saúde, sua qualidade de vida, suas habilidades técnicas.

Corredores estão sempre procurando melhorar as suas marcas, sempre à procura do aprimoramento físico e técnico. Contudo, nem sempre conseguem seu intento e, mesmo quando o conseguem, podem cair algumas posições, pois alguém foi melhor naquela corrida. Isto faz parte da vida do atleta, seja ele profissional ou amador.

O importante é saber lidar com estas questões, ganhar versus perder, melhorar versus piorar, e saber que existe sempre uma próxima competição, uma próxima corrida, uma outra oportunidade para se testar, se avaliar.

Sem esquecer que existe uma programação de treinamento a ser cumprida para um evento seguinte que é uma nova chance para rever suas metas, reavaliar seus objetivos, aprender mais sobre você e os outros competidores e partir para novas conquistas: melhorar o tempo, melhorar a posição, melhorar para você.

Tudo isto, sempre com prazer e alegria, pois como disse o estadista inglês Winston Churchill: “O sucesso é ir de fracasso, em fracasso sem perder o entusiasmo”.

Fonte : http://o2porminuto.uol.com.br/scripts/materia/materia_det.asp?idMateria=1591&idCanal=4&stCanal=Medicina%20do%20esporte

Foi realizada pelo mega portal de escaladores 8a.nu uma pesquisa aos internautas de qual a melhor sapatilha de escalada.

O site, que especula-se ser um dos sites de escaladas mais visitados do mundo inaugurou uma parceria para que sejam feitas várias pesquisas em um sistemas até então mais eficiente na internet.

Em uma de suas pesquisas, foi eleito pelo público, teoricamente somente de escaladores, como a marca que representa o "melhor" (embora seja muito relativo) em termos de sapatilhas de escalada.

A marca italiana ficou com quase 50% dos votos, restanto os outros 50% a serem disputadas pelos seus concorrentes.



Confira a pesquisa em : http://www.8a.nu/

Muita gente nunca ouviu falar do Atari. Este é o avo dos video-games. Gastei muitas horas neste aparelho na minha vida, e quebrei recordes tão importantes quanto saber a quantidade de cores da aurora boreal.

Até desafio alguém ter feito mais KM no jogo Enduro do que eu.

Na escalada a Nitendo, grande fabricante de video-games lança o jogo "Rock´n Roll Climber".

Para mais detalhes (em inglês) : http://climbingnarc.com/2009/08/rock-n-roll-climber

Uma das melhores cidades de Minas Gerais para se escalar é Itajubá. Há de tudo, desde vias longas até mesmo boulders. Tudo de excelente qualidade, muito bem protegido, e com a qualidade que todo escalador aprecia.

A rocha é o granito, o açaí é o melhor do Sul de Minas , e a simpatia das pessoas de lá é algo contagiante. Só vendo para conferir.

Todos os anos há um festival de escalada que cada ano tem causado um "Frisson" na comunidade escaladora. Este final de semana é a data :

Local: Sítio Paraíso (Sítio dos Bordi) Entrada Gerivá Juru – Itajubá

Programação: 21/08 – Sexta:
19:00 – Abertura do evento
20:00 – Palestra “CMI na cordilheira Blanca 2009” – Wilmer Costa e Daniel Tetsuo

22/08 – Sábado:
Escaladas na Pedra do Urubu, Pedra da Piedade, Face Norte, Serra do Pedrão, Tucano, Pedra do Frade
Montanhismo na Pedra Aguda

Tarde

13:00 – Exposição de fósseis e pedras – Wander Machado
18:00 – Acrofobia na escalada / desenvolvendo as capacidades físicas – Cláudio Carvalho Jr. – Professor especialista em fisiologia do exercício e treinamentos físicos.

Noite

20:00 – Palestras:
- Edemilson Padilha
- Janine Cardoso
- Escalada noturna no paraíso

23/08 – Domingo:

Escaladas na Pedra do Urubu, Pedra da Piedade, Face Norte, Serra do Pedrão, Tucano, Pedra do Frade
Montanhismo na Pedra Aguda

10:00 – Eleição e posse da nova diretoria do CMI

Inscrições: R$15,00 Incluso transporte, camping, palestras e entradas nos picos de escalada

Informações Importantes

1. O CMI não dispõe de Crash Pads suficientes para todos os participantes escalarem com segurança no Sitio Paraíso;
2. Utilize capacete em todos os locais de escalada;
3. Quem for escalar na pedrinha do CET deverá pagar uma taxa a parte de R$3,00 para o proprietário;


Mais informações : http://clubemontesitajubense.blogspot.com/

Este final de semana, a dupla de brasileiros de escaladores César Grosso, e Felipe Camargo estarão mais uma vez representando a escalada brasileira em mas uma etapa da copa do mundo de escalada esportiva.

O evento pode ser visto AO VIVO, via vídeo "broadcast" em : http://www.sporttime.tv/

Vale lembrar que, tanto Cesinha, que conseguiu um inédito e louvável colocação na última etapa, e Felipinho, o escalador de cadena de via mais alta até então não possuem patrocínio de NENHUMA marca brasileira.

Nome da Black Diamond

Quem mora aqui no Brasil deve ter um nome na cabeça quando se fala em "Diamante Negro". A barra de chocolate levemente amargo vendida em supermercados, padarias e etc.

Não há como não associar(ao menos para mim).

Para quem é fanático por futebol como o meu pai, a primeira coisa que vem em mente é o jogador de futebol Leônidas da Silva, que foi o inventor da jogada conhecida como bicicleta. Foi destaque também da Copa do Mundo de 1938. Também conhecido como "Diamente Negro".

Quem escala, sabe que uma das marcas de escalada mais famosas do mundo, e de uma qualidade fenomenal é a "Black Diamond". Alguém sabe de onde vem?

O próprio proprietário da BD explica de onde vem o nome.

Confiram o vídeo abaixo :


http://www.youtube.com/watch?v=1z6b4T6yd2Y&feature=player_embedded

Há o pensamento de que a diferença entre um homem e um menino são os preços dos brinquedos.

A mais pura verdade.

O iPhone é um deste brinquedinho legal. Quel usa ou vê um logo fica hipnotizado com o que ele faz.

Já tinha acompanhado um guia de boulder que era instalado no iPod um tempinho atrás.

Agora no iPhone, está sendo desenvolvido um software para que se localize os pontos de boulder em todo o mundo. Podendo ser atualizados via internet.

Do Brasil há poucos boulders registrado. Locais como Cocalzinho-GO(o melhor local de boulder do hemisfério sul), Valinhos-SP, Ubatuba-SP, São Bento do Sapucaí-SP, Rio de Janeiro-RJ, Conceição do Mato Dentro - MG e Sabará-MG (somente para citar os principais) não estão registrados. Esperando , talvez, os brasileiros registrarem pela internet afora.

Para mais detalhes, em inglês, acesse : http://bouldr.net/



Infelizmente, ou felizmente, não ganho dinheiro facilmente. Tenho de trabalhar, fazer contas antes de comprar coisas. Sejam elas equipamentos de escalada, e até mesmo certo tipo de comida. Tenho pela consciência de que a vida não é fácil.

Aprendi com o tempo que é fácil reconhecer uma pessoa de caráter. Basta olhar em como ele se relaciona com as pessoas e com seu dinheiro. Quanto mais mesquinha a pessoa é, mais sem caráter e digna de total e irrestrito desprezo é merecedora. São os falsos "legalzinhos" e "de boa", mas que na verdade são extremamente apegados às suas posses, e, como disse, mesquinhos de corpo e alma.

Aquele que ganha tudo de mão beijada e mesmo assim adora ostentar que não precisa trabalhar e que seu apego à seu dinheiro e coisas nem é digna de nota por aqui.

A escaladora de Brasília, agora radicada na França publicou em seu blog uma bonita mensagem em como podemos nos relacionar com o dinheiro.

Repare que no texto não diz que o dinheiro é mau, e sim a nossa relação com ele.

O que é o dinheiro e por que a maioria das pessoas se sente profundamente desconfortável em relação a ele?

Essa é uma pergunta delicada, porque o dinheiro não é o que parece ser. O dinheiro está muito mais enraizado. Ele não está apenas lá nas notas correntes, é algo que tem a ver com sua atitude e mentes interiores.

O dinheiro é o seu amor pelas coisas, é o seu seguro contra a morte, é o seu esforço para controlar a vida; são mil e uma coisas. O dinheiro não está apenas nas notas correntes, caso contrário as coisas teriam sido mais fáceis.

O dinheiro é o seu amor - amor pelas coisas, não pelas pessoas. O amor mais confortável é pelas coisas, porque elas estão mortas e você pode possuí-las facilmente.

Você pode possuir uma grande casa, um palácio - você pode possuir o maior palácio facilmente -, mas não pode possuir nem mesmo o menor bebê; até mesmo um bebê rejeita, até mesmo um bebê luta por sua liberdade.

Um bebezinho, por menor que seja, é perigoso para o homem que deseja possuir. Ele se rebelará, se tornará rebelde, mas não permitirá que ninguém o possua.

As pessoas que não conseguem amar outras começam a amar o dinheiro, porque o dinheiro é um meio de possuir coisas. Quanto mais dinheiro você possui, mais coisas pode possuir; e, quanto mais coisas você possuir, mais poderá se esquecer das pessoas.

Você terá muitas coisas, mas não terá nenhuma satisfação porque a satisfação profunda só vem quando você ama uma pessoa. O dinheiro não pode se revoltar, mas também não pode responder, esse é o problema. É por isso que as pessoas miseráveis tornam-se muito feias. Ninguém jamais respondeu ao seu amor.

Como você pode ser belo sem amor caindo sobre você, sem amor derramando-se sobre você como flores? Como você pode ser belo? Você se torna feio. Torna-se fechado.

O homem que possui ou tenta possuir dinheiro é miserável e estará sempre com medo das pessoas porque, se elas puderem se aproximar, começarão a compartilhar.


Fonte : http://cristinacaetanobicalho.blogspot.com/

Quando tive a oportunidade de viver em Campinas, conheci um loirinho frenético que escalava com leveza e precisão até então nunca vistas por mim.

O seu apelido era "Gringo", e eu nunca até então soube na realidade seu nome.

Até mesmo a sua despedida quando seus pais resolveram morar no México, foi na casa que eu morava na cidade.

Gringo foi uma das pessoas responsáveis por desenvolver a área de boulder de Valinhos, que hoje contém cerca de 300 boulders, e ainda é pouco divulgada pela comunidade brasileira de escalada (embora seja extremamente pupular pelos escaladores Campineiros).

Este mesmo escalador, conhecido como "Gringo" pelos escaladores locais é destaque agora na revista Climbing Magazine. Uma das publicações americanas mais importantes de escalada.

Lendo o texto até que fiquei me perguntando, até visualizar as fotos (com qualidade excepcional) e reconhecer o "figura".

Uma de suas façanhas mais notáveis que merece destaque, é de que no Boulder "Mandala" foi encadenado por ele recentemente. O boulder é considerado um marco, e é um dos mais populares do mundo.

Para acompanhar este Guatemalteco criado parte de sua vida aqui no Brasil : http://www.climbing.com/community/perspective/the_guatemalan_-_gabriel_mochs_north_american_boulderering_journey/


Veja também, sua especialidade, que são os incríveis botes no vídeo abaixo :




http://www.youtube.com/watch?v=QT-zclmuOuA&feature=player_embedded

Em uma atitude até então inédita (ao menos para mim que fico navegando a esmo pela internet afora) a blogueira carioca Silvia do "O que te Motiva" (que é acompanhado de perto por aqui) publica um super bookmark do que ela possui de montanhismo e escalada.

A lista possui praticamente tudo o que se necessita de informação para acompanhar o que se possui de informação a respeito de escalada aqui pela américa (norte, central e sul).

Muito boa dica para quem quer incrementar seu bookmark do browser. (Para quem não é nerd como eu, é o "Favoritos do navegador")

Roupa Nova

É cada vez mais latente a necessidade de se haver uma valorização dos escaladores e com a identificação, ao menos filosófica, do estilo escalador de ser.

Com isso, estão surgindo as "grifes da escalada", que na verdade são marcas criadas e desenvolvidas exclusivamente para escaladores. Para que as vestimentas se adequem às necessidades de cada escalador, e que haja também uma valorização do estilo de vida de um escalador.

Há no exterior muitas marcas consagradas de escaladores, estas marcas são reconhecidamente fornecedores de camisetas, calças e acessórios de escaladores para escaladores. São grifes sim, mas que falam a linguagem dos escaladores.

São roupas que podem ser usadas tanto para o dia-a-dia, com visual mais "cool", e para uma escalada. Não são necessariamente roupas para atividades outdoor. O foco não é concorrer com elas, e sim, ser uma opção a quem quer um outro tipo de roupa.

Para exemplificar (e para inspirar quem planeja fazer o mesmo por aqui), uma das marcas mais cultuadas da Europa, a qual inclusive apóia escaladores que vão à Copa do Mundo, a marca E9, italiana, mostra estilo e qualidade e aposta no infalível "menos é mais" para roupas de escaladores (no que se refere à adornos e enfeites).

http://www.enove.it/

Ainda na Europa, o escalador Ben Moon, escalador já mítico também tem a sua pequena grife, que ainda produz seus crash-pads. Também de estilo minimalista, tem feito roupas que além de identificar o estilo despojado do escalador agrega o conforto a ele :

http://www.moonclimbing.com/



Uma outra marca, muito mais com a identificação americana de estilos, é a Prana. Marca já consagrada, e conhecida do mercado de yoga e escalada. Uma das principais patrocinadores do pop star Chris Sharma. Um de seus principais divulgadores.

http://www.prana.com/

No Brasil já há algumas tentativas de se consolidar uma "griffe do escalador". Um pouco difícil por conta da carga de impostos e burocracia a toda e qualquer pessoa disposta a se abrir um negócio. Mesmo que seja de "fundo de quintal" a necessidade de se obter uma qualidade acima da média, deixa caro o produto ao usuário final.

Pesa ainda o fato de que há muitos escaladores que "jogam contra" a comunidade escaladora. Não é incomum ver escaladores sem problemas financeiros sérios, preferir gastar um valor maior do que o normal para trazer as marcas acima descritas do que um equivalente nacional.

Nisso pesa muito o glamour que se adquire. Claro.

Há ainda muitos escaladores que preferem usar roupas compradas em feiras hippies para que sejam intencionalmente gastas e usadas nas escaladas em rocha.

Como somente nos últimos anos é que começa a aflorar pelo Brasil afora abrigos de escaladores com uma qualidade semelhando ao que vemos no exterior, a possibilidade de parcerias é um grande atrativo para quem tem interesse em investir. Há abrigos de grande rotatividade (escaladores que não são sempre as mesmas pessoas) que são grandes oportunidades de parcerias, e com certeza há interesses destes escaladores em consolidar algum visionário e interessado neste nicho de mercado ainda pouco explorado.

Uma das marcas que sempre se interessou em fazer parcerias, e possui um material de qualidade tipo exportação é a marca UBT. Criadas pelos idealizadores do Ubatuboulder, vêm mostrando criatividade , bom-humor e estética em todas as camisetas criadas pela dupla. Por enquanto somente voltado à camisetas, mostra em seus produtos grande qualidade de acabamento, material e durabilidade.

Hoje no Brasil não há, dentro da escalada, uma camiseta de tão alta qualidade.

http://www.dotstore.com.br/ubtboulder/?Origem=blogdeescalada


Ainda por aqui, tem duas outras "marcas" que obtêm exito formidável no quesito de "roupa para escalador".

Uma das marcas mais famosas, e apontada por quem entende do assunto como a melhor, os "Crash-Pad Zen" também comercializa seus produtos via internet, e fazendo os produtos destinados à comunidade boulderística. Há produtos ainda da "Zen" que são a loninha/bolsa de corda, e algumas camisetas as quais são distribuídas para alguns clientes "VIP" dos mentenedores da marca.

http://zen-pad.blogspot.com/


Nas inovações tipicamente brasileiras, e que promete uma grande inovação em oturos aspectos, é o Escalada Café, que anda fazendo sacos de magnésio sob encomenda. De princípio muitas pessoas nunca trocariam o seu saco de magnésio lindo da BD ou outra marca já consagrada por um "brazuca". Porém a possibilidade de agregar desde uma foto de um filho, desenhos de super-heróis (como vi um em Sete Lagoas e fiquei com vontade de ter um igual) e até mesmo brasão do seu time de futebol, ou bandeira do estado.

Quem experimentou já deixou claro que não se arrependeu. Uma grande oportunidade para as federações, abrigos de escaladores e até mesmo academias de escalada encomendarem para atletas apoiados/patrocinados e para os principiantes perpetuar a sua marca.

http://www.yuri.com.br/escalada/m_saquinhos_form01.php

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