Blog de Escalada

Blog destinado a notícias de escalada, eventos, dicas de treinamentos, viagens
e opiniões pessoais a respeito do que cerca a escalada Brasileira e Mundial

Avaliação Meias Curtlo

Hoje está sendo publicado o vídeo de avaliação das meias para caminhadas e trekking da marca Curtlo.

As meias foram gentilmente cedidas pelo parceiro do blog, a lojas Mundo Terra.

Todo e qualquer teste realizado aqui no Blog de Escalada, são feitos em condições normais para o seu uso indicado.

Os resultados das avaliações depende somente da qualidade do produto cedido, e o Blog de Escalada tem o compromisso de aprovar/recomendar/reprovar do que está sendo avaliado

Para quem estiver interessado em fazer alguma avaliação de qualquer produto, pode entrar em contato que providenciaremos.

Veja abaixo o vídeo da avaliação das meias para Trekking e Caminhada da Curtlo.



Para ver todos os vídeos de todas as avaliações feitas pelo Blog de Escalada acesse a coluna mais à direita do blog.

Hoje é a estréia tão aguardada do filme "127 horas".

Diferentemente do que houve na Espanha, em que foram convidados para uma pré-estréia os mantenedores dos Blogs de escalada e montanhismo de lá, aqui no Brasil não houve uma promoção semelhante. O que é uma pena, pois pessoas que vivem o esporte teriam muito a enriquecer as críticaas.

Para quem costuma "consultar" as bancas de DVD´s de filmes baixados da internet já há disponível o filme a cerca de 3 semanas.

Mas nada disso tira o brilho do filme que tem a idéia de retratar o mais real possível a mentalidade e estilo de vida de escaladores e montanhistas. Quem já tinha publicado na internet sobre o filme em blogs e revistas especializadas, foram feitos muitos elogios.

Especialmente sobre angulos de câmeras, velocidade da trama do filme (não é em suma um filme de ação), e realismo nas imagens que culminam no fim do filme.

O filme não é produção de Hollywood, que pasteuriza e transforma em clichês todo e qualquer assunto. O filme tem a intenção de ter um cunho artístico, e pelo que foi publicado conseguiu se diferenciar.

O filme recebeu várias indicações em vários prêmios respeitados como Oscar e Globo de Ouro por exemplo

Lendo as poucas críticas de autores brasileiros, fica evidente que os jornalistas não tem muita ambientalização com esporte de natureza e o "modus vivendum" das pessoas que os praticam.

São críticas boas, mas percebe-se que todos se sentiram "peixes fora d'água" no momento de entender a fundo o sentimento do personagem principal.

Afinal usar a palavra "aventureiro" para conceituar montanhistas e escaladores é o equivalente a conceituar o praticante de "jogos de bilhar"(sinuca) como um atleta.

Pelo mundo em alguns lugares houve convulsões de parte da platéia ao ver o filme, o que no meu entender foram reações exageradas.

Na Internet li que, são cenas fortes, duradouras, mas nada que causem um asco coletivo.

Verifique na sua cidade se o filme esteja passando, e prestigie os esportes de natureza indo ao cinema. Assim podemos mostrar a "força" do nicho de mercado que representamos.

Para saber mais sobre o filme acesse aqui : http://cinema.uol.com.br/filmes/127-horas-2010.jhtm

Para ler a crítica, com imagens e trailer (que já foi postado aqui no blog diversas vezes) acesse : http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2011/02/17/em-127-horas-boyle-narra-drama-real-de-aventureiro.jhtm

http://cinema.cineclick.uol.com.br/criticas/ficha/filme/127-horas/id/2657

http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/diversao/2011/01/18/267387-roteirista-conta-o-final-alternativo-de-127-horas-cortado-na-edicao


http://www.getro.com.br/2011/02/critica-127-horas/

http://www.omelete.com.br/127-horas/

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110218/not_imp681079,0.php

Neste final de semana será publicada a crítica do Blog de Escalada sobre o filme.


Ao escalar ter confiança no segurador é fundamental.

Quando se escala, e as dúvidas que pairam sobre o seu parceiro de escalada ser uma pessoa distraída, desinteressado, e desatento a escalada consideravelmente cai de qualidade. Às vezes vira um pesadelo, e um desprazer.

O dispositivo de segurança conhecido como "atc" (ou "placa" em espanhol argentino) é muito seguro, desde que a pessoa, que saiba usar corretamente, esteja atenta a você.

Há dispositivos de segurança que são auto-blocantes.

mais conhecido é o grigri (que lançou uma versão mais moderna este ano) porém para quem deseja ver as alternativas... E não são poucas, e podem ser boas alternativas para quem quer pagar um preço com alto fator "custo/benefício".

Vale lembrar que mesmo o equipamento seja perfeito, não previne contra uso imprório (conhecido como a "segurança porca").

Dentre os dispositivos, afirmo : NÃO existe um "melhor" que o outro. O melhor "freio" de escalada que existe é aquele que você e seu segurador dominam.

Se você não confia no segurador, meu conselho é NÃO escale com ele.

Saiba quais são os dispositivos auto-blocantes :

1 - Grigri - Fabricante Petzl : http://www.petzl.com




2 - Eddy - Fabricante Edelrid - http://www.edelrid.de



3 - Clickup - Climbing Technology - http://www.climbingtechnology.it



4 - Cinch - Fabricante Trango : http://www.trango.com/Cinch


5 - Smart Alpine - Fabricante Mammut : http://www.mammut.ch



6 - SRC - Fabricante Wild Country : http://www.wildcountry.co.uk/home.htm


Mais uma pesquisa de Escalada

Para a evolução do esporte, é MUITO importante o mapeamento do perfil do escalador.

Não há nenhum mecenas que queira investir dinheiro, ou mesmo verificar o retorno de qualquer coisa, baseado no achismo.

O escalador Davi Maski teve uma iniciativa igual no ano passado e, apesar de algumas pessoas ficarem cheia de melindros para responder questões básicas de nível social, a pesquisa mostrou bem que lugar cresceu e que lugar anda retraindo.

Agora, segundo há outra pesquisa a ser fazer.

Para saber mais detalhes vá em : http://naokiarima.com/blogwp/?p=2707

ou

http://escaladasnosul.blogspot.com/2011/02/pesquisa-sobre-escalada-no-brasil.html

Lembre-se : quanto mais se responderem pesquisas, seja qual ela for, mais argumentos teremos para pleitearmos algum evento.

A doença que faz a pessoa se achar mais magra ou fraca do que é -enquanto seus músculos incham- vem sendo subdiagnosticada, conforme especialistas.

Essa falsa percepção, característica do transtorno da vigorexia, leva o doente a abusar de exercícios físicos e, às vezes, de anabolizantes.

Diferentemente do paciente anoréxico, o vigoréxico raramente procura ajuda, segundo a psiquiatra Ana Gabriela Hounie, da Associação Brasileira de Psiquiatria.

"Quando um chega ao psiquiatra é porque foi encaminhado por um cardiologista ou urologista, procurado para solucionar problemas causados por uso de esteroides."

Incomodado com a falta de diagnóstico e a proliferação de vigoréxicos ao seu redor, o educador físico e instrutor Marcus Zimpeck, 29, criou um teste para avaliar o risco de o aluno desenvolver o problema (ao lado).

"Metade dos homens que vejo em academias fica exibindo os músculos e gastando dinheiro com suplementos. Muitos vão para o caminho dos anabolizantes", diz.

Segundo o instrutor, detalhes como a frequência dos treinos e a autoavaliação no espelho podem ajudar a pessoa a checar se há risco.

A psiquiatra Hounie diz que o teste não é diagnóstico, mas pode detectar comportamentos suspeitos e levar a pessoa a um especialista.

"O que dirá se a pessoa tem vigorexia é se a percepção do próprio corpo não corresponde à realidade."

Zimpeck aplicou o questionário em dez homens. Um deles, conta, teve a máxima pontuação. "Aconselhei a procurar um especialista."

Mas o instrutor diz que a maioria brinca com o tema. "O pessoal não leva a sério enquanto não surge algum problema no organismo."

AMBIENTE

Academias são complacentes com o problema, na visão de Vladimir Modolo, professor de educação física e pesquisador do Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercícios da Unifesp.

"Academias têm a tendência de contratar professores sarados para atrair mais público." Segundo Modolo, muitos instrutores ignoram os danos causados à saúde pela vigorexia.

"Acabam propiciando um ambiente no qual os praticantes são estimulados a cultuar o corpo sem controle."

O psicólogo Niraldo de Oliveira Santos montou um grupo no Hospital das Clínicas de São Paulo para tratamento gratuito da vigorexia.

De 2006 até hoje, ele diz que só recebeu dois pacientes que usavam anabolizantes, mas não se enquadravam no diagnóstico do transtorno. "As pessoas não procuram tratamento."

"Para o vigoréxico, seu único problema é ele não estar malhando o suficiente", reforça Hounie. E os anabolizantes são ferramenta para atingir o corpo almejado.

"Quanto mais doses a pessoa tomar, mais efeitos colaterais terá", alerta o endocrinologista Evandro Portes, vice-presidente da regional paulista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia.

E enumera: pressão alta, insuficiência cardíaca, câncer no fígado, atrofia testicular, infertilidade, convulsões, agressividade.

Fonte : http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/876424-viciados-em-exercicios-fisicos-nao-percebem-que-estao-doentes.shtml

A empresa francesa Petzl é conhecida por sempre fornecer qualidade insuperável de seus produtos, e uma grande inovação em termos de design.

Esta iniciativa de design faz com que os concorrentes sigam correndo atrás do que os designers da empresam criam, projetam e executam.

Esta fórmula simples funciona, fazendo com que o nome da empresa sempre ser sinônimo de qualidade.

Foi publicado no site da empresa um novo modelo de mosquetão com gatilho de arame.

Inspirado no funcionamento dos anzóis de pesca a empresa lança um mosquetão que ainda vai dar muito o que falar.

Para quem quiser saber mais do "ANGE", confira em : http://www.petzl.com/us/outdoor/news/products-news-1/2011/02/17/ange-new-ultra-light-carabiners

Veja as imagens,e o vídeo produzido pela empresa para divulgar o mosquetão.

Caso algum escalador queira, na própria página acima se pode baixar o som usado no vídeo para colocar no celular.








Graus de Escalada em gadgets

Um dos "brinquedos para adultos" mais cobiçado do momento é o iPhone.

O smartphone da americana apple além de visual "cool", a fama de ser futurista, e toda a quantidade de aplicativos para o aparelho faz com que seja tão desejado (e elogiado).

Para quem escala, e possui um iPhone, a dica fica por conta do aplicativo "Redpoint".

O aplicativo tem um "tradutor" de graus de escalada de uma escala para outra (não sei se possui a escala brasileira). Pode parecer uma bobagem legal, mas para quem escala fora do Brasil, ou lê muitos artigos de diferentes países na internet, é bem útil.

Mais detalhes veja em : http://www.climberism.com/grade-converter-for-your-mobile-smart-phone/

O site do fornecedor está em : http://limestonesoft.com/



Todo escalador tem um sonho de realizar algum projeto ambicioso. Os sonhos variam desde uma viagem para a África do Sul para fazer boulders até mesmo uma expedição para todos os oito mil metros de altura.

Porém nem todo mundo possui dinheiro de mão beijada para cumprir estes sonhos. Maioria trabalha, e dá duro no dia a dia para os 30 dias de férias que todo trabalhador tem direito.

Publiquei aqui no Blog de Escalada uma dica de site para arrecadamento de fundos chamado "Kickstarter". O site possibilita um tipo de "vaquinha" entre pessoas que se interessem por algum projeto. Pode ser desde uma peça de teatro como (porque não) um filme de escalada.

A cerca de um mês fui procurado pelos produtores de um site, o "Catarse", que está crescendo agora no Brasil e pretende ser o correspondente ao seu "irmão" americano.

Devo adiantar que a idéia é muito interessante, e a possibilidade de poder realizar algo muito bem embasado é bem realista.

Procurei um dos criadores, Diego Reeberg, para falar mais sobre o site e em como ele pode ajudar a escaladores concretizarem seus planos de viagem.


1- Olá Diego , como surgiu a idéia do site Catarse?

Pra responder essa pergunta eu preciso, primeiramente, apresentar como é formada a sociedade do Catarse.

São três partes: eu, Diego Reeberg, o Luís Otávio Ribeiro e a Softa. Eu e o Luís somos estudantes de Administração na FGV-SP, a Softa é uma empresa de Porto Alegre que desenvolve produtos web.

Sobre como surgiu a ideia, temos dois lados da história. No meu e do Luís, a ideia de uma urgência de começar algo nosso, em Abril de 2010.

Pra isso, a gente resolveu procurar modelos de negócios interessantes fora do Brasil, já que nossas ideias próprias não eram lá muito promissoras.

Aí a gente conheceu o Kickstarter, site norte-americano que vocês já falaram nesse post. A gente ficou encantado pelo modelo, pois tinha tudo a ver sobre com a forma que pensávamos que um negócio deveria ter:

Colaborativo, conectado às mídias sociais e capaz de promover mudanças na sociedade.

Do lado do pessoal da Softa, a ideia veio do Daniel Weinmann. Ele é músico, dançarino de tango e, pra ele, a ideia surgiu como uma necessidade de financiar seus próprios projetos.

Só depois ele veio a conhecer o Kickstarter e se apaixonou ainda mais pelo modelo.

Em meados de Outubro, por um amigo em comum, a gente se conheceu e, uma semana depois, já estávamos juntos para começar o Catarse.

Nos dois lados, a gente viu que no Brasil era necessária uma iniciativa como essa, pois vimos que muitos bons projetos não conseguiam obter financiamento e ficavam engavetados por isso.

Como uma parte importante do processo é a curadoria, sabíamos que os sites estrangeiros não conseguiriam atuar no Brasil sem uma equipe própria.

Achamos melhor começar isso então nós mesmos, com uma plataforma que fosse do jeito que quiséssemos.

2 - Como o site funciona?

Vou colocar um passo a passo aqui pra ficar mais fácil de entender a lógica.

1) Pessoas que tem projetos criativos (artísticos, esportivos, negócios inovadores, jornalísticos, de design, etc.) enviam seus projetos para o site.

2) A gente faz um processo curadoria, pra colocar só projetos que consideremos relevantes para o Catarse e que sigam nossas diretrizes.

3) Os donos dos projetos definem, a) um objetivo de arrecadação; b) um prazo para o projeto ficar no site; c) fazem um vídeo atrativo; d) descrevem o projeto em 3 ou 4 parágrafos e; e) elaboram recompensas, ou seja, produtos, serviços e experiências que as pessoas que apoiarem o projeto receberão.

4) Ele começa a espalhar o seu projeto para amigos, conhecidos, familiares, fãs, aproveitando ao máximo as suas redes sociais.

5) As pessoas acessam o Catarse, clicam nos projetos, contribuem com quanto quiserem e escolhem uma das recompensas.

6) Se no prazo final o projeto captar pelo menos o seu objetivo, o dono do projeto fica com o todo o dinheiro arrecadado, menos as taxas (a gente cobra 5% desse valor e o meio de pagamento fica com algo entre 6% e 7%);

Se ele conseguir menos do que o seu objetivo, o dono do projeto não leva nada e a
gente devolve todo o dinheiro para os apoiadores.

3 - Para alguém interessado em aplicar o site na área de escalada (qualquer tipo), como o site seria útil?

A utilidade mais evidente é, através do Catarse, arrecadar fundos para alguma expedição, mas a gente vê muito valor em projetos que vão além disso, como, por exemplo, levantar dinheiro para fazer um documentário ou um livro de fotografias sobre a expedição.

Pode ser feito algum trabalho mais histórico também, sobre a evolução do esporte no Brasil, sobre as expedições mais famosas a determinado lugar,sobre os maiores escaladores do país.

Ou, até mesmo, se você tem alguma escola de esportes onde a escalada é uma modalidade e precisa de novos equipamentos e dar uma repaginada no lugar, pode
criar um projeto interessante para fazer essa reestruturação. Isso são apenas algumas ideias, existem inúmeras outras possibilidades, é só usar a criatividade.

Outro ponto: o Catarse também pode ser relevante como uma forma de divulgar o seu trabalho e a sua modalidade.

Além da própria rede social do escalador, muitas outras pessoas visitam o site diariamente e procurarão saber mais sobre o seu projeto, lembrando que para postar um projeto não há custos (ele apenas tem que ser aceito pelo nosso time de curadoria).

4 - Quais as garantias de segurança que o site provê ao usuário?

O Catarse é um site para aproximar e facilitar que, de um lado, pessoas postem projetos e, de outro, grupos contribuam financeiramente para aqueles projetos acontecerem.

A gente não tem, então, responsabilidade sobre como a pessoa gastará o valor levantado por ela para executar o projeto, mas fazemos um esforço para minimizar esse risco.

Nosso processo de curadoria, por exemplo, – que envolve conhecer o histórico da projetos da pessoa – é fundamental nessa etapa.

O site tem garantia de seguranças, por exemplo, em relação às transações financeiras. Utilizamos o MoIP como meio de pagamentos – e eles tem todo o expertise necessário para processar o pagamento de forma segura.

Para garantir que o dinheiro será repassado ao dono do projeto, temos o Termo de Uso que, assim que aceito pelos usuários, tem validade de contrato.

5 - Como está sendo o retorno e a visitação do site?

O site está no ar há 28 dias e acreditamos que a repercussão sobre ele tem sido muito boa. Já saímos em matérias da Folha, O Globo, Istoé Dinheiro, Galileu, Exame.com, PEGN, entre outros.

Vou colocar alguns números nossos desse primeiro mês de operação:

Número de visitantes únicos: 18.800

Número de pageviews: 114.000

Total arrecadado para os projetos: R$13.500

Número de projetos: 8

Quantidade de pessoas que já apoiaram pelo menos um projeto: 231

Número de usuários cadastrados no site: 1234

6 - Quais são os objetivos a médio e longo prazo?

A médio prazo temos dois grandes objetivos:

1) fazer com que essa modalidade de financiamento seja
conhecida pelo maior número de pessoas possível – ou seja, aqui há um grande trabalho de ensinar as pessoas sobre como funciona esse tipo de negócio, quais suas vantagens, como fazer para postar um projeto bacana, etc.;

2) trazer projetos sensacionais e er projetos sensacionais, jeto bacana, etc.seguir
funciona esse tipo de negos, empreendedores estojetos criativos no Brasil.ter ótimos casos de projetos bem sucedidos, o que é bem importante para validar o modelo.

A longo prazo a gente acredita que o financiamento colaborativo pode ser a grande forma de financiar projetos criativos no Brasil, nosso objetivo é virar referência nacional no assunto.

A gente quer que o Catarse seja percebido como uma vitrine de projetos fantásticos. Temos uma meta de que as pessoas entrem no site com o pensamento de “Qual projeto eu vou apoiar hoje?”, já que ela saberá que no Catarse ela irá encontrar algum projeto sensacional, que é do seu gosto.

Também pensamos em expandir a atuação do site para outros países da América do Sul, mas não

Faremos isso antes de atingir um grande público aqui no Brasil.

7 - Que conselhos teria você a dar a pessoas interessadas em realizar seus projetos no site?

Montem apenas projetos por aquilo que vocês são completamente apaixonados. Você vai precisar disso pra engajar o público que irá apoiar seu projeto, que é algo bastante trabalhoso.

Faça um bom planejamento antes de postar o projeto. É fundamental que você saiba exatamente quanto dinheiro irá precisar e como irá gastá-lo.

Ser financiado e depois não conseguir executar seu projeto pode manchar a sua reputação com seus apoiadores.

Como grande parte deles será de amigos, familiares e fãs do seu trabalho, são as pessoas que você menos quer decepcionar.

8 - Existe algum tipo de "abordagem do assunto" que é um caminho mais curto de realização de projetos?

Não existe nada para encurtar o caminho, para levantar dinheiro por esta modalidade, será exigido um grande trabalho, mas tem três pontos que podem fazer toda a diferença para o criador do projeto conseguir captar a grana que ele precisa:

a) Faça um vídeo de apresentação de tirar o fôlego. O vídeo é a primeira coisa que as pessoas acessam quando entram na página do projeto. Ter um vídeo bem feito, com um começo que prenda a atenção é importantíssimo para que mais pessoas resolvam apoiar seus projetos.

b) Elabore recompensas criativas e de valor. As recompensas tangibilizam o retorno de quem apoiará o seu projeto.
O ideal é que, além de apoiar o projeto porque você quer que ele aconteça, você seja também bem recompensado por isso.
E é sempre importante lembrar: formular recompensas criativas, com um texto bem escrito, até divertido, faz com que as pessoas que a lerem considerem o autor uma pessoa criativa, fundamental para conquistar novos apoiadores.

c) Comunique, comunique, comunique. Fale para todo mundo sobre sua ideia e seu projeto e não ache que você está fazendo demais.
Espalhar a ideia é importante tanto para conquistar novos apoiadores, como para as pessoas perceberem o quão apaixonado você é pelo projeto.

A gente montou um guia pra ajudar quem quer postar um projeto no site, ele está postado aqui.

9 - Quais são os tipos de projetos que mais obtem sucesso no site?

Como o site tem apenas 28 dias, nenhum projeto foi concluído ainda, mas, o que acreditamos, é que não dependerá de qual é o tipo do projeto, mas sim o fato de ser um projeto relevante, criativo, com algum quê de novidade e também – na verdade, acredito que seja o mais importante – em como o dono do projeto irá engajar a sua comunidade para apoiar o projeto.


Para conhecer mais sobre o site acesse : http://catarse.me/

Em dias de notícia de produtos da Petzl de origem duvidosa, uma boa notícia para quem prestigia produtos da marca.

A loja Mundo Terra (loja esta também parceira do Blog) agora é a revendedora principal da marca no Brasil.

Caso alguém tenha interesse em comprar produtos da marca francesa, e queira saber se não é uma cópia, pode comparecer nas lojas (ou conferir pela internet).

Um grande "golaço", que agora é boa fonte de compra dos produtos de escalada.

Cursos para escaladores abertos

Foram abertos para o público esta semana dois cursos muito interessantes.

Infelizmente não é para qualquer tipo de escalador.

Os dois cursos são no exterior (EUA e França), e devem ser pagos em moeda cara (dolar e Euro).

O primeiro deles é um dos mais badalados nos EUA para quem procura melhorar sua escalada no que se refere a preparo psicológico.

O autor do livro "Rock Warriors - mental training for climbing" - Arno Ilgner - programou para o período do mês de Abril seu famoso curso.

Entre outras coisas está previsto no curriculo do curso aulas de quedas, comprometimento e escalada em móvel.

Para mais detalhes em : http://warriorsway.com/



Um outro curso interessante para quem deseja ser um Route Setter credenciado no IFSC para Boulder (Bouldering Routsetting Course 2011) será ministrado na França.

A data para este curso, e credenciamento será em dezembro entre os dias 5 e 10.

Para saber o preço, pre-requisitos e etc entre em contato com : Jacky Godoffe (j.godoffe@ffme.fr)

O local dos cursos será em
Fontainebleau, no centro de treinamento da equipe francesa de boulder.

As inscrições devem ser feitas até 15 de março, e o valor do curso é 600 euros. (R$ 1344,00 aproximadamente)

Desde que houve uma "abertura" da economia chinesa, o mundo foi invadido por equipamentos "genéricos" chineses.

A matemática é muito simples : um fabricante terceiriza a produção a uma fábrica chinesa. Esta é de um mesmo proprietário de outras tantas. De posse dos moldes, e de algumas etiquetas que dariam atenticidade ao poduto, fabrica uma versão "ching-ling".

O resultado disso é fácil de ver, produtos falsificados que se parecem idênticos aos originais por um preço muito abaixo do normal. O preço se justifica por ter a fábrica destes produtos "alternativos" possuir regras trabalhistas particulares (trabalho escravo ou trabalho infantil).

Enquanto ficar na moda de roupas esportivas , bolsas de madame e relógios de playboy não afetava ninguém.

Porém, o fabricante de equipamentos de escalada Petzl alertou a todos que alguns de seus produtos estão sendo falsificados, incluindo uma falsificação do selo da UIAA.

Para mais detalhes veja em : http://www.petzl.com/us/outdoor/news-2/2011/02/11/warning-regarding-presence-counterfeit-versions-petzl-products

Usar uma calça falsificada pode não fazer mal nenhum ("apenas" alimenta o trabalho escravo na China), mas um equipamento falso de escalada pode acabar em um acidente com você ou com algum companheiro.

O importante é disseminar esta informação. E não se sentir "espertinho" e comprar(ou presentear) um jumar por R$ 1,99.

A Petzl recomenda somente adquirir os produtos com revendedores autorizados.


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