Blog de Escalada

Blog destinado a notícias de escalada, eventos, dicas de treinamentos, viagens
e opiniões pessoais a respeito do que cerca a escalada Brasileira e Mundial

Fiquei sabendo agora à pouco que houve um acidente com escaladores hoje à tarde no Morro do Maluf no Guarujá em São Paulo.

Me foi noticiado por uma pessoa que estava por lá que um grupo de tres escaladoras estavam no local e por falta de comunicação a que estava guiando a via caiu cerda de 15 metros (primeira parada).

Os bombeiros resgataram a vítima e atenderam as outras pessoas do grupo.

O relatado foi que pelo equipamento usado não pareciam ser iniciantes.

Caso alguém tenha mais notícias sobre este acidente que pode ter sido fatal, entre em contato com o blog para que possa publicar mais detalhes.

De tempos em tempos aparece novidades que enganam quem pratica esporte com mais frequencia.

A pulseira "Power Balance" virou moda em muitas pessoas, e não era comum aparecer um escalador com desejo de aumentar a sua performance.

Com palavras bonitas de física quantica e usando métodos de charlatanismo do início do século XX, pessoas que possivelmente do alto de sua inocência máxima entraram na onda.

Poisé... Um tempo depois a pulseira além de beirar a falência irá pagar uma "multinha" básica.

Leia mais abaixo :

A empresa Power Balance, que fabrica o que ficou conhecido como “pulseira quântica” ou “pulseira milagrosa”, aceitou pagar US$ 57,4 milhões para compensar consumidores que se sentiram enganados, relata o site americano TMZ.

Trata-se de uma pulseira colorida de silicone ou neoprene que supostamente daria força, equilíbrio e outros benefícios a quem a usasse.

O site da empresa não diz diretamente quais seriam os poderes dessa mercadoria. Apenas afirma que há “produtos diferentes com a mesma filosofia e um único estilo de vida”. E alerta contra falsificações para que o cliente não seja enganado (por outra companhia).

No entanto, a Power Balance exibe em seu site declarações de atletas como o brasileiro Rubens Barrichello atribuindo poderes ao produto. O automobilista diz que se sente “melhor, mais forte e mais flexível” (quando põe a pulseira, subentende-se).

O jogador de basquete Shaquile O’Neal disse que, quando usou um produto da Power Balance pela primeira vez, numa partida pelo Phoenix Suns, ganhou por 57 pontos de diferença. Além deles, havia mais dois usuários na equipe.

Um dia depois de a notícia sair no TMZ (segunda-feira, 21), a imprensa americana informou que a Power Balance decidiu recorrer ao capítulo 11 da lei de falênciados EUA. Segundo o “Wall Street Journal“, a receita da companhia foi de US$ 52 milhões no ano passado. Mas, em 2011 até outubro, a emnpresa só conseguiu US$ 20 milhões.

A notícia foi indicada ao Radar Econômico pelo colaborador Alcides Leite, professor de economia na Trevisan Escola de Negócios.

“Charlatanismo”

Em janeiro, imprensa internacional noticiou que a Power Balance admitira, em comunicado divulgado na Austrália, que não há “evidências científicas plausíveis” dos efeitos de seus produtos. Depois, no site internacional, divulgou nota dizendo que a propaganda enganosa foi feita apenas na Austrália. Na página brasileira, afirmou que a publicidade está de acordo com as leis do País.

No começo do ano, o jornalista e escritor Sérgio Augusto escreveu no Estadão que a pulseira da Power Balance representa uma evolução do charlatanismo, ou “uma versão ‘high tech’” das fitinhas do senhor do Bonfim. “Inócua, só afeta mesmo a reputação de quem a usa”, resumiu.

No Brasil, outra pulseira

O jornalista Edmundo Leite lembrou que nos anos 1980 uma pulseira prometia cura de dores reumáticas, artrites e outras. Ela agiria como um fio-terra (?). Ele contou a história no blog do Arquivo Estado.
Fonte : http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/11/23/tmz-fabricante-de-pulseira-quantica-pagara-us-57-mi-a-clientes/

Um dos mais populares eventos de filmes de escalada dos Estados Unidos e do mundo é o Reel Rock Tour.

Os principais filmes de escalada são exibidos nele, e os mesmos filmes são so que ganham prêmios por todos os festivais onde são reproduzidos.

O DVD com o conjunto de filmes da edição de 2011 já está disponível para a compra no site http://www.bouldering.com/products/Reel-Rock-Tour-2011-DVD.html

Para a compra desta semana o envio do DVD é GRATUITO par ao mundo inteiro.



Seguindo a série de entrevistas com as pessoas por trás das grandes marcas comerciais ligadas à escalada.

Nesta série pude ter a oportunidade de entrevistar todas as pessoas ligadas à parte de negócioas da escalada.

Desta vez tive o prazer de conversar com a simpaticíssima Raphaela Guaracho da marca North Face Brasil.

Para quem escala, ou mesmo pratica qualquer atividade de montanha no mundo tem como referência a marca, que recentemente sem instalou no Brasil.

A marca também é referência quando se pensa em vídeos outdoor, festivais de escalada e identificação com o esporte. Um verdadeiro ícone outdoor.

A Raphaela, que é coordenadora de marketing, teve a simpatia de responder às perguntas que você pode acompanhar abaixo

1 - Olá Rafaela, como foi que começou o início da representatividade da North Face no Brasil?

Desde 2007 a The North Face já estava interessada em entrar no Brasil.

Foram dois anos de negociação e estudo do mercado brasileiro, pois a The North Face no mundo inteiro possui um branding muito forte em jaquetas e a maior parte em Ski, então veio o grande desafio... entrar em um país tropical.

2 - A North Face Brasil apóia ou apóia patrocina atletas? Quais foram os critérios para este incentivo?

Acabamos de iniciar um projeto de patrocínio com o Marcelo Sinoca para Trail Run, e com o Cesinha e Felipinho para a escalada.

Esses atletas representam a The North Face aqui no Brasil, são a cara da marca e possuem nosso DNA - Never Stop Exploring.

Temos parceria também com outros grandes atletas, Janine Cardoso, Rafa Campos e Raphael Bonatto.


3 - Algum atleta, de qualquer modalidade, interessado em ser apoiado, ou patrocinado pela North Face, como deveria proceder?

Todo atleta que tiver interesse em patrocinio pode enviar um email com o portfolio para contato@thenorthface.com.br que com certeza vamos analisar todo o material.

4 - Como é hoje representar uma marca como a North Face em uma país com muitos impostos e atravessadores como o Brasil?

É um desafio.

Assim como outras marcas importadas a The North Face não fica livre dos impostos.

Porém trabalhamos com um mix de preço em nossas lojas e com um sortimento de produtos diferente de qualquer outro lugar do mundo.

Muitos produtos da loja você não encontra em outros países. Sobre os preços, como falei temos um mix diferenciado.

A The North Face aqui no Brasil possui peças acessíveis diferente do que muitas pessoas pensam.

O custo beneficio de uma jaqueta por exemplo é grande pois nossas jaquetas foram feitas para durar e resistir a diversas condições climáticas, é um produto que você tendo os cuidados adequados, vai durar por toda sua vida.

Vale a pena conhecer nossas lojas e o mix de produtos que temos. Temos vários segmentos de produtos e cada preço é pensado com base em sua categoria.

Posso garantir que muitas categorias de produtos que temos na loja possuem preços competitivos ou melhores que nossos concorrentes.

5 - Como foi o retorno para a marca desde que iniciou a venda no Brasil?

Foi incrível, tivemos um retorno muito grande.

A The North Face está crescendo muito no Brasil.

Acabamos de abrir mais uma loja, agora no Rio de Janeiro. Totalizando 4 lojas, 2 em São Paulo, 1 em Curitiba e 1 no Rio.

6 - Há pessoas que reclamam dos preços dos produtos importados no Brasil. Qual seria o seu argumento a uma contrapartida deste valor?

Como falei acima, nenhuma marca importada está livre de altos impostos.

Todos os produtos importados aqui no Brasil são mais caros, veja o preço do seu carro, Iphone, enfim... outros produtos que custam até mais que o dobro aqui, este é o preço que se paga para termos acesso a marcas importadas.

Temos produtos mais acessíveis, o preço é diferente conforme cada categoria de produto, e a forma de pagamento pode ser parcelada em até 6x dependendo do valor da compra.

A maior parte dos produtos encontrados no Brasil você não encontra em outros países, temos clientes que viajam o mundo todo e vão na loja para fazer a mala pois sabem que não encontram todos os produtos lá fora.

Os produtos The North Face foram testados por nosso time de atletas que passaram por diversas condições climáticas.

Todos os detalhes foram pensados para melhorar sua perfomance e para que o produto resista por muito tempo, como falei, é um produto para durar por toda a sua vida.

7 - Hoje no Brasil há vários eventos de escalada, a North Face já patrocinou até mesmo um evento em Curitiba. Há interesse em apoiar eventos? Como os interessados deveriam proceder?

Com certeza temos sim.

Este ano estamos apresentando duas etapas do XTERRA, trouxemos uma novidade: a prova XTERRA THE NORTH FACE ENDURANCE 50K, e para as distâncias de 9KM e 18KM XTERRA NIGHT RUN.

A etapa de Angra foi um sucesso e a de Ilhabela já bateu recorde de inscrição, tivemos que abrir mais vagas para 50K.

Estamos muito felizes com o resultado! Muita gente se desafiou nos 50K, uma prova com um percursso muito dificil.

Para projetos de apoio\ patrocínio em eventos pode enviar um email para contato@thenorthface.com.br com o projeto.

8 - Grandes nomes de esportes Outdoor são patrocinados pela North Face. Estes granddes nomes poredão vir ao Brasil para palestras e eventos?

Com certeza, tudo é questão de tempo.

Trouxemos o Dean Karnazes em 2009.

Este ano para o XTERRA THE NORTH FACE ENDURANCE -Ilhabela a atleta Helen Cospolich compareceu ao evento e levou o 2º lugar, 100K é diversão para ela.

Ano que vem teremos mais atletas, mas será surpresa!

9 - Hoje como seria delimitado o perfil do público brasileiro que é o target da North Face?

O público da The North Face aqui no Brasil primeiramente são os atletas e os aspiracionais que são aquelas pessoas que trabalham durante a semana mas possuem uma vida ativa no esporte, se desafiam e buscam superação.

É um público que é interessado em informação no produto, ele quer saber sobre as tecnologias, cuidados com o produto, quer saber todos os detalhes possíveis.

10 - Há um grande número de produções de vídeos documentários que a marca North Face produz. Existem até mesmo Festivais de filmes, como o Reel Rock Tour. Alguns destes vídeos , ou festivais, têm possibilidade de vir a serem exibidos no Brasil?

Temos planos para 2012 e 2013.

Com certeza tem uma grande possibilidade sim desses festivais que a The North Face patrocina lá fora, virem ao Brasil.


11 - Se fosse para definir em poucas palavras, ou em uma frase, a North Face Brasil, qual seria?

Não tem como fuigr, mas... NEVER STOP EXPLORING!!

Nosso objetivo aqui no Brasil assim como no mundo inteiro é trazer o DNA da marca e impulsionar as pessoas a explorarem o mundo outdoor e superaram seus limites.

Para isso, com nossos atletas mostramos que é possível a superação e oferecemos produtos de qualidade para uma alta perfomance.


No ano de 2008 o escalador Cedar Wright passou pelo Brasil para fazer filmagens de um dos filmes que fez parte da série (que posteriormente foi vendida em DVD) “First Ascent – The Series”.


O filme basicamente conta como foi a sua viagem ao interior do Brasil. Quem não conhece os bastidores da história fica a sensação de que é na verdade um retalho de imagens bonitas e devaneios de escaladores sem conexão uma com as outras.


O filme começa do ponto que Cedar veio ao Brasil filmar na cidade do Rio de Janeiro e animado por seus anfitriões viaja para a Serra do Cipó. Ficando lá deixa a entender que ficou deslumbrado pelo local e pelas pessoas que o freqüenta. Com a sua câmera DSLR capturou várias imagens de excelente qualidade. Quem acompanhou sua viagem sabe que na época publicava em seu perfil no Vimeo pequenos vídeo-retratos de pessoas e foram muito interessantes.


Talvez ainda saudosista do local e com muitas outras imagens captadas (e não divulgadas) naquela que é considerada a “meca da escalada esportiva brasileira”, resultou no vídeo “pra caramba”. Como foi filmando tudo aleatoriamente e não ter um roteiro definido, o filme não ficou tão bom quanto seus outros publicados quando estava pela região.


Em linhas gerais de seus pouco mais de 10minutos de vídeo, é contada um pouco das intimidades de três de seus amigos brasileiros com os quais viajaram. Há descrições bonitas dos locais, e descrição superficiais de como é a escalada na Serra do Cipó. Porém a ambição de querer transpor algo mais intimista de cada personagem retratado não teve sucesso.


Há sim imagens bonitas capturadas, assim como filmagem de escalada em solo (com direito a um bote arriscado), mas que não ficaram bem aproveitadas dentro do contexto.


Pela ausência de roteiro, alguns diálogos de divagação de escaladores brasileiros ficaram também incompreensíveis. Gravar em DSLR há uma qualidade de imagem excelente, porém há também um problema básico: a péssima qualidade do som capturado pelo microfone da câmera. Quem utiliza este tipo de equipamento para gravar sabe desta limitação. Por isso a qualidade do som no vídeo deixa, e muito, a desejar.


Não há um objetivo de mostrar a Serra do Cipó como um local interessante a se visitar (como realmente é) e sim houve uma preocupação excessiva de mostrar o escalador carioca Lucas “Jah” solando uma via. A ausência de informações de quais vias estava sendo escalada também contribuiu para a sensação de desleixo no roteiro.


Há ainda imagens de um “base jump” em uma cachoeira, que também não foi informada nem a localização nem a altura exata do salto. A qualidade de filmagem foi boa, mesclando câmeras nos capacetes dos saltadores (não havia GoPro na época) com as imagens de sua DSLR. Mas a limitação da quantidade de imagens para que houvesse mais fluidez entre as imagens e depoimento faz com que tudo se pareça mais com um vídeo-clipe da MTV do que um vídeo outdoor.


O vídeo vale a pena ser assistido para que se tirem idéias e ângulos filmados na serra do Cipó, e de “Road Trips”. Mas como um filme de escalada não empolga e está longe das melhores produções que o próprio Cedar Wright já realizou. Talvez por isso tenha sido disponibilizado gratuitamente, porque fica difícil agregar valor monetário a uma produção que está distante de ser considerada imperdível.


O Filme do escalador "Cedar Right" em sua passagem de 3 meses pelo Brasil e que participou de alguns festivais foi liberado para Download ontem.

O Filme intitulado "Pra Caramba" está disponível para download gratuito no site da iclimb

O Blog de Escalada disponibilizará a crítica do filme amanhã, assim como faz com todos os grandes lançamentos de videos.

para fazer o Download GRATUITO do filme é necessário ter cadastro no site da iclimb : http://www.iclimb.com/products/Pra-Caramba-by-Cedar-Wright.html

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