Blog de Escalada

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e opiniões pessoais a respeito do que cerca a escalada Brasileira e Mundial

No último sábado (31), começou a circular em grupos de discussão de montanhismo a notícia de que o Centro Excursionista Universitário iria encerrar completamente suas atividades. O CEU é um dos clubes de atividades ao ar livre mais antigo de São Paulo – ele foi criado em 1970, na Universidade de São Paulo (USP) – e foi, durante muitos anos, um dos mais atuantes.

A entidade, que nasceu com o objetivo de organizar passeios e cursos nas áreas de escalada, espeleologia e mergulho, chegou a ter 280 sócios ativos, mas hoje reúne apenas 40 membros. A principal causa da crise atual do CEU, segundo Milton Dines, presidente do clube, é a falta de renovação do quadro de sócios e o aumento na idade média dos membros ativos. “Em poucas palavras, a turma envelheceu”, afirmou ao Webventure.

Mas Milton disse que o fechamento deverá ser apenas formal. “Isso não quer dizer que as pessoas não continuem praticando as atividades, que continuem ligadas, inclusive pela lista de e-mails do clube. O CEU deve acabar apenas enquanto pessoa jurídica”, explicou.

Ele também contou que deve ocorrer, em fevereiro ou março de 2012, uma assembleia de sócios, que irá decidir sobre o futuro do centro. “Na última assembleia tentamos montar uma nova chapa para mudar a diretoria do clube, mas não havia nem pessoas suficientes para votar. Pelo estatuto, se não temos diretoria, temos de fechar”, explica Milton. Mas, caso o cadastro de pessoa física do CEU seja cancelado, isso não impede que ele seja retomado futuramente.

Os fundadores. Para Isaac Chvaicer, fundador do CEU junto com Osvaldo de Oliveira, “o grande problema de hoje é a parte administrativa, porque ninguém quer assumir toda a responsabilidade da tramitação burocrática, que é cheia de pré-requisitos com os quais ninguém tem paciência”, explica Isaac, que hoje não faz mais parte do clube. “O CEU precisou se formalizar para poder ter sede na USP, poder fazer publicações, esse tipo de coisa”, relembra.

Já Osvaldo, que continua como sócio, se manifestou contra a proposta de fechamento. “O centro tinha uma finalidade inicial que se modificou. Ele era voltado para os universitários, não impedindo a participação de outras pessoas, até porque na academia existe uma renovação frequente dos alunos”, afirma Osvaldo.

Segundo ele, com o tempo os participantes acabaram formando nichos dentro do próprio centro, sem divulgar as atividades para os novos alunos. “A renovação acabou sendo em torno dos amigos de quem já era membro, e não de um trabalho para chamar pessoas de todas as unidades da USP. Durantes os 15 primeiros anos ele se renovou com esse espírito, e depois continuou muito forte”.

Herança. A importância do legado construído pelo CEU ao longo de sua história é tida por Osvaldo como o principal motivo para não se fechar o clube. Desde os primeiros anos, a entidade criou cursos que ajudaram muitos alunos de áreas como biologia e geologia a pesquisarem material para suas pesquisas. Há, inclusive, diversos trabalhos acadêmicos, de doutorado e mestrado, que têm o centro excursionista como referência.

“Os primeiros cursos formais [de técnicas verticais para montanhismo e espeleologia], com apostilas, tinham vários professores, e os grupos treinavam no interior de São Paulo e até no Rio. Depois, apareceu um grupo forte de espeleologia. Um grupo de membros do CEU chegou a descobrir um furo (uma caverna vertical). Inclusive, um ex-membro da entidade chegou a ser presidente da Sociedade Brasileira de Espeleologia”, contou Osvaldo.

Além da atuação na universidade, o CEU é responsável, junto com o Clube Alpino Paulista, pela criação da Federação de Montanhismo e Escalada de São Paulo. O centro ainda foi uma das entidades pioneiras na criação de programas de defesa do meio ambiente, com o Pega Leve, um programa que ensina e incentiva práticas de baixo impacto para os esportes de aventura.

Em seus mais de 40 anos e cerca de 1.000 pessoas filiadas nesse período, o CEU recebeu nomes importantes das atividades ao ar livre, como Paulo Coelho, Helena Coelho e Alfredo Bonini, que fizeram parte da primeira expedição brasileira ao Everest, o escalador Makoto Ishibe, o excursionista Sérgio Beck e a biker Renata Falzoni.

“Gostaria de mostrar a importância do CEU para quem não conhece e lutar para que ele continue. Eu sei que quem administra o clube hoje nem mora em São Paulo. E ninguém quer pegar a administração, porque exige responsabilidade. Assim, por causa disso, acabam sugerindo a extinção”, afirmou Osvaldo.

Já Isaac sintetiza o problema. “Se alguém puder continuar tocando, será ótimo. Mas para isso, é preciso renovação. O CEU acabou se tornando um grupo idoso, com gente afastada da universidade. É preciso retomar esse contato, mas pra isso, precisa divulgar e receber o pessoal novo”.

Fonte : http://www.webventure.com.br/montanhismo/n/ceu-pode-fechar-por-falta-de-pessoas-na-administracao/30965

A grande maioria das pessoas dedicadas a pratica de esportes de natureza tem o desejo de largar tudo e viver a vida o mais simples possível. Não existe pessoa que não se canse da correria de cidades megalópoles com pessoas sem nenhum preparo para viver em sociedade.

O Filme "23 feet" retrata algumas destas pessoas que tiveram a coragem de largar a vida de uma sociedade estabelecida como conhecemos e viver da maneira mais simples possível.

É importante, porém, não confundir "viver simples" por "deixar de trabalhar e viver por conta de herança ou pensão". Achar que a vida é bela com o dinheiro caindo do céu não tem nada a ver com viver uma vida simples e com qualidade de vida.

Afinal invariavelmente se necessitará de pagar as contas do que fizer, mas sem necessitar vender a alma para isso.

Todas as pessoas entrevistadas nos filmes possuem atividades das quais conseguem obter um relativo sustento.

Para quem pensa que o filme é uma visão romântica e mascarada da vida Outdoor fora da cidade grande se engana. O filme 23 feet mostra de maneiras adultas e imparciais várias visões diferentes do que é viver simples.

Mostrando seis visões diferentes sobre como é viver de maneira simples mas procurando não adotar uma opinião a se defender, a produtora do filme deixa transparecer de maneira discreta a sua vontade de também largar tudo, mas procura fazer com que cada entrevistado ponderar sobre este tipo de decisão.

Filmado e concebido em formado Road-trip, em que mostra os contratempos de sua viagem, o ponto forte do filme fica centrado em seus personagens típicos que falam sobre como é viver simples. Todos, de maneira unânime deixam claro que não é uma escolha fácil, e que por muitas vezes se questionam o porquê desta escolha.

De maneira implícita em cada depoimento fica claro que apesar de viver um estilo de vida em que as posses não são o primordial, e sim a sua experiência espiritual.

O primeiro destaque fica por conta do depoimento do escalador Ron Kauk, hoje com 54 anos e é conhecido escalador do parque de Yosemite por ter um estilo de vida singular a mais de 30 anos.

Ron de maneira bem carismática e madura consegue consolidar com maestria todos os conceitos e determinações de o que é ter uma vida simples. O ponto de vista do lendário escalador faz com que mesmo quem não seja adepto do esporte se pergunte sobre o que queremos da vida.

O filme que possui um bom roteiro levado de maneira elegante pela narração da diretora, e com excelente edição, acaba de maneira muito interessante com um excelente depoimento de uma surfista dizendo o que pensa sobre viver simples.

Um depoimento que fica evidente que é possível na verdade ter um equilíbrio entre os modos de vida simples e a sociedade atual. Neste momento de maneira bem suave a diretora deixa seu ponto de vista sobre o modo de vida outdoor.

Apesar de possuir uma duração pequena (cerca de 30 min ao todo) o filme é muito gostoso de assistir, e todas as entrevistas valem à pena serem vistas mais de uma vez por conter vários depoimentos interessantes.

Um filme que mostra muita elegância e simpatia da sua produtora, que tem neste trabalho uma boa estréia em filmes outdoor. Não seria exagero afirmar que desde já o filme 23 Feet é um exemplar de "filme cult" da modalidade outdoor, e com mérito.





Para comprar o Filme e saber mais sobre ele visite : http://www.23feet.org/

Para quem mora fora da cidade de São Paulo nao deve saber que a região que mais desfavoreida da cidade é a da zona leste.

Os motivos são muitos e nem caberiam todos aqui.

Para comprovar que a escalada está novamente caindo na graça do público em geral hoje há um muro de escalada em uma academia no tradicional bairro da Mooca.

A novidade deixa no ar aquela expectativa de que outros sigam a tendência e sejam abertas mais espaços do gênero na capital paulista.

Há espaços na cidade fechados desnecessariamente que poderiam ser reabertos, e alguns outros com potencialidade de serem inaugurados. Resta aos verdadeiros empreendedores colocarem a mão na massa.

Para saber mais acesse : http://www.progressacademia.com.br/mod_rapel.php

Desde 2005 o Blog de Escalada possui um compromisso com quem o freqüenta : divulgar o esporte sem a menor mascara ou censura que prejudica a difusão de notícias.

Sei que existem pessoas que tem ojeriza da publicação de fatos reais, e adoram mascarar a realidade. O que não falta por aí são pessoas fazendo o “jogo do contente”.

Neste ano de 2012 assumo mais uma vez o compromisso de continuar postando as análises de vídeos de escalada e filmes outdoor, avaliações de equipamentos, coberturas de eventos, entrevistas e toda a qualidade conhecida por pouco mais de 500.000 visitas (somados os dois endereços).

Sei que andei nos últimos dois meses com uma atualização que deixou a desejar, mas agora passada a tormenta e com a vida organizada toda a qualidade do blog, que mereceu a vistiação que possui, além de cerca de 1800 pessoas que acompanham as atualizações na página que possui no facebook.

Não é desconhecido de ninguém que o maior perigo para os parques ecológicos e locais de escalada são as pessoas despreparadas e com titica na cabeça.

Um turista "acidentalmente" ateou fogo a partir de um papel higiênico o parque Torres del Paine, no Chile. O infrator foi descoberto e está sendo processado pela sua irresponsabilidade.

Porque irresponsabilidade? Há cartazes por todo o parque informando que não se deve prender fogo a nada.

O mersmo aconteceu ao brasileiro mau caráter que deliberadamente e cheio de soberba derramou um litro de solvente de tintas no Valle Encantado na Argentina. Tudo sem a punição (apesar de ter sido denunciado às autoridades de Bariloche pessoalmente por mim no ano passado)

Até quando teremos de olhar passivamente pessoas descerebrdas e puzilânimes continuar a efetuar atos de pura irresponsabilidade? Será que os imbecis sempre sairaõ impunes como no caso do falso professor de yoga brasileiro?

Ao que parece no Torres del Paine não. O Chile mostra como fazer com este tipo de idiota.

Fonte : http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2012/01/01/incendio-na-patagonia-chilena-consumiu-mais-de-12500-hectares-de-vegetacao.jhtm

As autoridades chilenas informaram neste domingo que o incêndio que afeta o Parque Nacional Torres del Paine consumiu mais de 12.500 hectares de florestas nativas e destruiu a fauna do local.

"O acidente, no qual trabalham 562 brigadistas, afetou 12.560 hectares", disse o diretor da Corporação Nacional Florestal (Conaf), Vicente Núñez.

"Devemos agradecer o trabalho heroico e incansável das centenas de pessoas, entre eles soldados do Exército, bombeiros, a Marinha e brigadistas argentinos que estão atuando aqui em Magallanes", disse Núñez aos jornalistas.

No sábado, a Justiça chilena processou um cidadão israelense de 23 anos, identificado como Roter Singer, que confessou ter provocado de forma involuntária o incêndio que afeta o parque nacional Torres del Paine, na Patagônia chilena.

O promotor Juan Meléndez confirmou aos jornalistas que o israelita ficou em liberdade provisória e sem poder sair do país por 3 meses, enquanto são realizadas as investigações.

"O homem confessou que em uma ação involuntária queimou um pedaço de papel higiênico, o que produziu o incêndio", disse Meléndez.

Neste domingo foi divulgado que os pais do israelense viajarão ao Chile para estar com o jovem, que aparentemente está em alguma casa da cidade de Punta Arenas.

O incêndio que afeta a Patagônia chilena, a 2 mil quilômetros ao sul de Santiago, começou na quarta-feira, situação que obrigou a retirada de centenas de turistas e trabalhadores da área.

Em fevereiro de 2005, outro incêndio causado por Jiri Smitak, um turista tcheco que utilizou de forma errada um fogareiro, destruiu 13.880 hectares do lugar.

Smitak, que foi preso e processado, pediu perdão pelo fato, e seu Governo financiou de forma voluntária o reflorestamento da área destruída.

O Parque Nacional Torres del Paine, declarado reserva da Biosfera pela Organização das Nações Unidas para a Ciência, a Educação e a Cultura (Unesco), chega a ter nos meses de verão cerca de 130 mil visitantes, a maioria europeus.

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